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A história das sementes de romã se repete | Você Sabia? | Sebastião Carlisto

Imagem de Lee Travathan Pixabay

Sebastião Calisto

O ano está terminando e 2026 já está batendo na nossa porta. E, seguindo uma velha tradição de final de ciclo, muitos de nós iremos vestir branco, outros apostarão no vermelho, haverá quem pule as ondas do mar e, certamente, muitos irão colocar na carteira as famosas sementes de ROMÃ.

Mas você sabia que, ao repetir esse gesto de esperança, você está carregando um símbolo que é adorado e reverenciado pelo ser humano há mais de 6 mil anos?

Pois é. A romã é uma “estrangeira” muito antiga. Ela é originária da região do Irã e do noroeste da Índia. Ao longo dos milênios, cruzou fronteiras e se tornou uma fruta considerada sagrada por várias religiões, que a associam diretamente à fertilidade.

Beleza e Devoção na Antiguidade

A jornada da romã pela história é fascinante e cheia de significados:

Para os Fenícios, a romã era o símbolo máximo da beleza.

Entre os Egípcios e Romanos, a fruta era tão prestigiada que sua imagem era usada em templos, vestes e em ricas decorações.

Na Bíblia, a romã é citada como símbolo de fertilidade e fartura — tá aí um dos motivos das pessoas colocarem as suas sementes na carteira, desejando que a prosperidade nunca falte.

Na Mitologia

Até na Mitologia Grega ela tem seu lugar de destaque. A romã é dedicada a Hera, a deusa das mulheres, do nascimento e do casamento.

Então, quando você abrir a sua fruta na noite de Réveillon, lembre-se: você não está apenas fazendo uma simpatia; você está repetindo um ritual de 60 séculos de história.

Você já garantiu a sua romã para a virada?

@redehoje
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