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Diário da Copa | Rede Hoje acompanha as estreias dos grupos B e D neste segundo dia e destaca os fatos políticos do Mundial

Cerimônias dão início ao torneio mundial nas três nações sedes; aberturas simultâneas no Canadá e nos Estados Unidos marcam a primeira sexta-feira de jogos; esta Copa do Mundo já está marcada por fatos políticos e diplomáticos fora de campo

Da Redação da Rede Hoje

A coluna Diário da Copa Rede Hoje traz a cobertura completa do torneio mundial na América do Norte, onde os leitores podem acompanhar diariamente as principais notícias, os bastidores e os resultados da competição. O destaque deste segundo dia de disputas fica por conta das estreias dos grupos B e D nesta sexta-feira, dia 12. As atenções se voltam para os confrontos de duas seleções anfitriãs que jogam em seus próprios territórios diante da torcida local. A equipe do Canadá enfrenta a Bósnia e Herzegovina no Toronto Stadium, enquanto a seleção dos Estados Unidos encara o Paraguai no Los Angeles Stadium.

A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe uma particularidade para os torcedores com a organização de três cerimônias de abertura diferentes. A primeira solenidade ocorreu no tradicional Estádio Azteca, situado no México, enquanto as outras duas foram programadas para Toronto, no Canadá, e Los Angeles, nos Estados Unidos. Os eventos em território canadense e estadunidense foram agendados para ocorrer nesta sexta-feira, dia 12. Os três países dividem a responsabilidade de abrigar as delegações internacionais no campeonato.

A solenidade em solo mexicano ocorreu na quinta-feira, dia 11, começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura registrada de 24 graus. Um público de mais de 85 mil pessoas prestigiou a cerimônia realizada no gigantesco Estádio Azteca, que foi temporariamente rebatizado como Estádio Banorte. O local histórico já tinha recebido as aberturas das Copas do Mundo nos anos de 1970 e de 1986. A estrutura passou por modificações para receber o público no jogo inicial do torneio.

O gramado do estádio foi totalmente coberto por um tapete azul-claro para a apresentação de bailarinos vestidos de indígenas durante a festa. Os artistas representavam as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca que habitaram o território do país em séculos passados. Os dançarinos realizaram coreografias ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. A encenação buscou demonstrar visualmente como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

A cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso direto à réplica da taça instalada bem no centro do gramado. Diante do público presente, a artista declarou em língua inglesa a frase que afirmava que o futebol une a todos. Logo em seguida, a cantora traduziu a mensagem para o espanhol para a compreensão dos torcedores. O ato musical marcou o encerramento das apresentações artísticas que antecederam a entrada dos jogadores para o aquecimento.

Intercorrências no torneio

A abertura no México acontece em um contexto complexo de uma Copa do Mundo marcada por fatos políticos e diplomáticos fora de campo. Entre os incidentes registrados pela organização do torneio está a deportação de um árbitro somali antes do início das partidas. Outro caso envolveu o longo interrogatório na área de imigração sofrido por um jogador profissional iraquiano ao tentar entrar no país. Os episódios geraram discussões entre os representantes das seleções envolvidas nos casos.

O comitê organizador também lida com restrições impostas à hospedagem da delegação oficial do Irã na sede da competição de futebol. Além disso, houve o registro de negativa de vistos de entrada para turistas que planejavam assistir aos jogos da Copa do Mundo nos Estados Unidos. Essas situações administrativas contrastam com o discurso de união que foi apresentado na cerimônia artística na capital mexicana. Os problemas de logística internacional seguem sob análise das autoridades governamentais dos países.

Vitória mexicana na estreia

A Copa do Mundo de 2026 teve seu início esportivo com a vitória de uma das três seleções que atuam como anfitriãs. A seleção do México derrotou a África do Sul pelo placar de 2 a 0 no Estádio Azteca, localizado na Cidade do México. O confronto foi válido pela abertura oficial do Grupo A do Mundial de futebol masculino. O resultado garantiu os três primeiros pontos para a equipe da casa na tabela de classificação geral.

O Grupo A tem quase todas as partidas disputadas em território mexicano e conta também com a Coreia do Sul e a República Tcheca. Estas duas seleções se enfrentam na noite de quinta-feira, dia 11, às 23h, no horário de Brasília, no Estádio Akron, em Zapopan. Os sul-coreanos serão os próximos adversários do México no dia 18 de junho, às 13h. Esta partida será a única deste grupo específico a ser realizada nos Estados Unidos.

A partida entre mexicanos e sul-coreanos acontecerá no Mercedes-Benz Stadium, situado na cidade de Atlanta, em território estadunidense. No mesmo dia 18 de junho, a equipe da África do Sul vai encarar os tchecos às 22h, no gramado do Estádio Akron. O fechamento da primeira rodada definirá os rumos das quatro equipes na competição internacional. Os torcedores locais acompanham de perto os desdobramentos dos jogos do grupo.

Arbitragem e dados históricos

O árbitro Wilton Pereira Sampaio, primeiro brasileiro a abrir um jogo de abertura de Copa do Mundo, expulsou três atletas, o primeiro ocorreu aos quatro minutos da etapa final, quando Sphephelo Sithole (da da África do Sul ) parou Brian Gutiérrez (que sairia livre na cara do gol de Williams) na entrada da área e recebeu o vermelho direto. Foto: Fifa

Pela primeira vez na história do torneio, um trio de arbitragem brasileiro teve a responsabilidade de apitar o jogo de abertura. A missão oficial coube ao árbitro Wilton Pereira Sampaio, que contou com o auxílio dos assistentes Bruno Pires e Bruno Boschilia. Os profissionais controlaram a partida que terminou com três expulsões de atletas ao longo do tempo regulamentar. O desempenho dos árbitros no gramado seguiu as orientações da comissão de arbitragem.

Outro detalhe histórico registrado na quinta-feira é que o Azteca se tornou o primeiro estádio a receber jogos de três Mundiais. A praça esportiva já havia participado das edições masculinas do torneio nos anos de 1970 e de 1986. No próximo ano, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, será o pioneiro nesta estatística entre as arenas brasileiras. O local abrigará partidas da Copa do Mundo Feminina após receber jogos em 1950 e 2014.

Movimentação do placar inicial

Empurrados pelos gritos vindos das arquibancadas, os donos da casa não demoraram para marcar o primeiro gol do confronto. Aos oito minutos de jogo, o goleiro Ronwen Williams tentou sair jogando com o volante Sphephelo Sithole na área de defesa. O meio-campista sul-africano estava de costas e acabou desarmado pelo atleta mexicano Érik Lira no campo defensivo. A bola sobrou limpa para o atacante Juan Quiñones empurrar para as redes.

Mesmo diminuindo o ritmo após marcar o gol, a seleção do México manteve todo o controle da partida no primeiro tempo. O segundo gol quase saiu aos 41 minutos da etapa inicial, novamente em uma finalização de Juan Quiñones. O atacante recebeu a bola do meia Brian Gutiérrez dentro da área, na marca do pênalti, e chutou forte. A bola acertou a trave esquerda da meta defendida pela África do Sul.

Cartões vermelhos e acréscimos

A etapa final começou com os mexicanos aproveitando outra saída de bola errada da equipe sul-africana logo no primeiro minuto. O meia Alvaro Fidalgo fez o desarme na entrada da área, levou até o fundo e tentou o cruzamento. A zaga adversária afastou o perigo e Brian Gutiérrez arriscou o chute de fora da área por cima. A situação dos visitantes piorou aos quatro minutos com a expulsão de Sphephelo Sithole.

A desvantagem numérica da África do Sul aumentou a irritação da torcida com a lentidão do México, que administrava o resultado. O cenário mudou aos 20 minutos com a entrada do jovem meia Gilberto Mora, de 17 anos de idade. No minuto seguinte, em um contra-ataque, Roberto Alvarado cruzou pela direita e o centroavante Raul Jiménez marcou de cabeça. O jogador atingiu a marca de 46 gols pela seleção nacional.

Aos 36 minutos do segundo tempo, o árbitro brasileiro expulsou o sul-africano Themba Zwane após consultar o sistema de vídeo. O jogador atingiu o rosto de Roberto Alvarado sem a bola em um lance fora da disputa de jogo. Nos acréscimos, o zagueiro mexicano César Montes também foi expulso após derrubar Khuliso Mudau perto da área. A exclusão dos três atletas não alterou o placar de vitória mexicana.

Confrontos dos outros grupos

A primeira rodada dos grupos B e D da Copa do Mundo de 2026 tem início programado nesta sexta-feira, dia 12. O primeiro confronto do dia coloca frente a frente as seleções do Canadá e da Bósnia e Herzegovina, às 16h. O segundo jogo do cronograma será disputado entre os Estados Unidos e o Paraguai, às 22h. As partidas mobilizam os torcedores das quatro nações que estreiam no torneio mundial.

A partida válida pelo Grupo B será realizada no Toronto Stadium, com a equipe canadense atuando diante de seus torcedores locais. Completam esta chave as equipes do Catar e da Suíça, que possuem confronto agendado para o sábado, dia 13. Este jogo ocorrerá às 16h na cidade de São Francisco, localizada em território dos Estados Unidos. Os times buscam os primeiros pontos para avançar de fase na competição.

Já a partida inaugural do Grupo D coloca os donos da casa contra os paraguaios no Los Angeles Stadium. As seleções da Austrália e da Turquia também integram esta chave, mas só se enfrentam na madrugada de sábado para domingo. O jogo está marcado para a 1h no Estádio de Vancouver, localizado em território canadense. O fechamento da rodada definirá as posições iniciais das equipes na tabela.

Estilos técnicos das seleções

Das quatro equipes que compõem o Grupo B, o Canadá carrega a vantagem histórica de jogar dentro de sua própria casa. A expectativa dos analistas é que a equipe apresente um estilo de jogo vertical e velocidade nas transições ofensivas. A adversária Bósnia possui um estilo baseado na força física de seus atletas, sendo perigosa nas bolas longas. As disputas aéreas na área defensiva canadense serão um ponto importante do jogo.

No Grupo D, a seleção dos Estados Unidos também conta com o fator local para tentar vencer em sua estreia. A equipe norte-americana costuma apresentar um futebol dinâmico com transições rápidas executadas a partir de um meio de campo criativo. Espera-se que a seleção do Paraguai monte um esquema tático defensivo rígido para segurar a pressão. Os sul-americanos devem apostar nos contra-ataques explorando os erros cometidos pelos rivais.

Veto em uniformes caribenhos

Quando estrear na Copa do Mundo de futebol no sábado, dia 13, o Haiti não utilizará sua ilustração histórica. O uniforme da equipe caribenha exibia a representação gráfica da revolução que aboliu a escravidão e garantiu a independência nacional. O período histórico de lutas ocorreu entre os anos de 1791 e 1804 no território da ilha. A modificação nas camisas foi realizada após uma determinação direta emitida pela Federação Internacional de Futebol.

A entidade máxima do futebol mundial utilizou como argumento técnico para o veto a proibição de manifestações de cunho político. O regulamento geral das competições veda exibições de símbolos desta natureza nas vestimentas oficiais das seleções inscritas. O desenho vetado apresentava um grupo de cidadãos segurando uma bandeira nas cores vermelha e branca. Os representantes da federação haitiana confirmaram a alteração para cumprir as exigências da organização.

Símbolos de orgulho nacional

A imagem estampada nas camisas fazia referência direta à histórica Batalha de Vertières, que ocorreu no ano de 1803. O confronto armado foi considerado decisivo para a expulsão definitiva das tropas francesas que ocupavam o território caribenho. A inclusão do desenho no uniforme buscava valorizar a história do país e aproveitava uma coincidência de datas. A classificação para o Mundial ocorreu no mesmo dia do aniversário da batalha.

A seleção do Haiti garantiu a vaga no torneio no dia 18 de novembro de 2025 nas Eliminatórias. A equipe caribenha derrotou a Nicarágua pelo placar de 2 a 0 para carimbar o passaporte para o Mundial. A histórica batalha militar comandada pelos revolucionários também aconteceu em um dia 18 de novembro, no ano de 1803. O fato motivou a homenagem na vestimenta que acabou proibida pela entidade desportiva internacional.

Histórico de censura esportiva

Esta não foi a primeira ocasião em que uma entidade do esporte proibiu símbolos históricos da delegação do Haiti. No mês de fevereiro deste ano, o Comitê Olímpico Internacional adotou postura semelhante nos Jogos de Inverno na Itália. A entidade vetou a ilustração do líder revolucionário Toussaint Louverture no uniforme oficial da equipe caribenha. O argumento utilizado na ocasião também apontava a presença de elementos políticos na roupa.

Historiadores apontam que esses episódios exemplificam processos de silenciamento da memória da revolução construída por sujeitos negros no passado. Esse comportamento institucional repete discursos do século XIX, quando elites escravistas temiam a expansão dos ideais haitianos. O não reconhecimento do protagonismo desses personagens históricos reflete visões que questionam as lutas por direitos iguais. A discussão sobre os uniformes divide opiniões entre os torcedores da seleção caribenha.

Histórico da colonização da ilha

Antes da chegada dos exploradores europeus, a ilha caribenha era inteiramente habitada pelo grupo de indígenas denominado Taïno. Os moradores originais chamavam o local de Haiti, termo que significa terra montanhosa na língua nativa da região. No ano de 1492, o navegador Cristóvão Colombo desembarcou na região e rebatizou o local com o nome de Hispaniola. A colonização espanhola alterou profundamente a demografia daquela localidade.

A população indígena local foi dizimada em poucas décadas em consequência de massacres e de doenças trazidas pelos europeus. O trabalho forçado imposto nas minas de ouro pelos colonizadores espanhóis também acelerou a redução dos nativos. Para suprir a falta de trabalhadores, o rei Carlos V da Espanha autorizou a vinda de africanos escravizados. A importação forçada de mão de obra começou oficialmente no ano de 1517.

Divisão e economia colonial

Os colonizadores espanhóis concentraram suas atividades na parte ocidental da ilha durante os primeiros anos de ocupação do território. A porção oriental foi cedida formalmente para o governo da França no ano de 1697 através de acordos. A região passou a ser chamada pelos franceses pelo nome de Saint-Domingue ou São Domingo pela administração. A economia local era baseada na exploração agrícola voltada totalmente para o mercado externo.

A produção da colônia francesa concentrava-se no cultivo de cana-de-açúcar, na produção de café e na extração de anil. No ano de 1789, o território representava dois terços de todo o comércio exterior realizado pela França. O local se tornou o maior mercado individual para o tráfico negreiro operado por europeus no Atlântico. A sociedade colonial dividia-se rigidamente entre uma minoria branca e a maioria de escravizados.

Regulação e início da revolta

A rotina das pessoas escravizadas em São Domingo era regulada pelo Code Noir, editado no ano de 1685. O documento legal previa a aplicação de castigos corporais severos e estratégias para evitar rebeliões de escravos. As medidas violentas do código não foram suficientes para conter a insatisfação e o colapso do sistema colonial. O enfraquecimento do poder central francês criou as condições necessárias para o início do levante.

A circulação das ideias iluministas de liberdade e igualdade pela ilha estimulou a organização das lideranças de origem africana. Entre os principais nomes do movimento estavam Toussaint Louverture, Jean-Jacques Dessalines e também Henri Christophe. Os líderes foram apelidados por pesquisadores de jacobinos negros devido à semelhança com os revolucionários franceses das camadas populares. A organização resultou no início dos confrontos armados na colônia.

O levante armado começou efetivamente na noite de 22 de agosto do ano de 1791 na colônia. Centenas de engenhos de açúcar e plantações foram destruídas pelos revoltosos e colonos brancos foram mortos nos ataques. A ilha caribenha entrou em um período de guerra interna que se estendeu por 12 anos seguidos. A França aboliu formalmente a escravidão em suas colônias em 1794 devido às pressões internacionais.

A situação militar mudou quando o governo liderado por Napoleão Bonaparte enviou uma grande expedição militar em 1802. O objetivo da missão francesa era restabelecer integralmente o regime escravista na ilha de São Domingo. A iniciativa violenta provocou a união imediata de todas as forças rebeldes locais em uma guerra total. Os combatentes se organizaram para defender a liberdade conquistada contra as tropas enviadas pela Europa.

Detalhes do confronto decisivo

O confronto definitivo contra o exército da França ocorreu em novembro de 1803 perto do Cabo Francês. As forças rebeldes formadas por negros foram lideradas por Jean-Jacques Dessalines na ofensiva contra o general Donatien de Rochambeau. Nos combates, destacou-se a atuação do oficial haitiano François Capois, conhecido popularmente pelo apelido de Capois-la-Mort. O militar liderou os avanços de sua coluna sob intenso fogo da artilharia inimiga.

A vitória das tropas comandadas por Jean-Jacques Dessalines forçou a retirada e a rendição dos soldados franceses no território. No dia 1º de janeiro de 1804, o líder proclamou oficialmente a independência de São Domingo. A colônia foi rebatizada com o nome de Haiti, resgatando a denominação dada pelos antigos habitantes indígenas. O ato marcou a fundação da primeira república negra do mundo na história moderna.

O surgimento do novo país representou o primeiro Estado nacional das Américas a abolir legalmente a escravidão na origem. O processo revolucionário haitiano gerou repercussões internacionais imediatas em outros territórios coloniais do continente americano. O movimento influenciou grupos emancipacionistas e debates sobre direitos civis e raciais no Brasil durante o período imperial. O pioneirismo consistiu na união da luta anticolonial com a pauta abolicionista.

Brasil estreia no sábado

Francesco Mauri, Davide Ancelotti, Carlo Ancelotti e Paul Clement no banco de reservas do Huntington Bank Field, em Cleveland, antes do início do amistoso entre Brasil e EgitoCréditos: Rafael Ribeiro/CBF

Carlo Ancelotti se tornará no próximo sábado (13) o 16º treinador da Seleção Brasileira em Copas do Mundo. A partir do duelo contra o Marrocos, em Nova Jersey, ele comandará a Amarelinha na busca pelo hexacampeonato mundial, na edição que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá.

Seu objetivo é se juntar à lista de vencedores composta por Vicente Feola (1958), Aymoré Moreira (1962), Zagallo (1970), Carlos Alberto Parreira (1994) e Felipão (2002), os cinco treinadores campeões mundiais.

Desde que foi apresentado em maio do ano passado, ele esteve à frente da equipe em 12 jogos e obteve sete vitórias, além de dois empates e três derrotas, com 26 gols marcados e 11 sofridos. Italiano, dono de um currículo repleto de títulos nacionais e continentais por grandes clubes europeus, ele será o primeiro estrangeiro a comandar o Brasil na competição.

Jogos da Primeira Semana

A primeira semana da Copa do Mundo de 2026 apresenta 22 partidas válidas pela rodada inicial da fase de grupos entre os dias 11 e 18 de junho. O torneio começou na quinta-feira, dia 11, com México 2 x 0 África do Sul no Estádio da Cidade do México e República da Coreia 2 x 1 Tchéquia no Estádio de Guadalajara. Na sexta-feira, dia 12, jogam Canadá e Bósnia e Herzegovina, às 16h, no Estádio de Toronto, e EUA contra Paraguai, às 22h, no Estádio de Los Angeles. No sábado, dia 13, ocorrem Catar e Suíça, às 16h, no Estádio da Baía de São Francisco, Brasil e Marrocos, às 19h, no Estádio de Nova York/Nova Jersey, e Haiti contra Escócia, às 22h, no Estádio de Boston.

1.Quinta-feira, 11 de junho de 2026:Resultados do Grupo A.

México 2 x 0 África do Sul — Estádio da Cidade do México (Cidade do México)

República da Coreia 2 x 1 Tchéquia — Estádio de Guadalajara (Guadalajara)

2.Sexta-feira, 12 de junho de 2026:Grupos B e D.

16:00 — Canadá x Bósnia e Herzegovina — Estádio de Toronto (Toronto)

22:00 — EUA x Paraguai — Estádio de Los Angeles (Los Angeles)

3.Sábado, 13 de junho de 2026:Grupos B e C.

16:00 — Catar x Suíça — Estádio da Baía de São Francisco (São Francisco)

19:00 — Brasil x Marrocos — Estádio de Nova York/Nova Jersey (Nova Jersey)

22:00 — Haiti x Escócia — Estádio de Boston (Boston)

4.Domingo, 14 de junho de 2026:Grupos D, E e F.

01:00 — Austrália x Turquia — BC Place de Vancouver (Vancouver)

14:00 — Alemanha x Curaçau — Estádio de Houston (Houston)

17:00 — Holanda x Japão — Estádio de Dallas (Dallas)

20:00 — Costa do Marfim x Equador — Estádio de Filadélfia (Filadélfia)

23:00 — Suécia x Tunísia — Estádio de Monterrey (Monterrey)

5.Segunda-feira, 15 de junho de 2026:Grupos G e H.

13:00 — Espanha x Cabo Verde — Estádio de Atlanta (Atlanta)

16:00 — Bélgica x Egito — Estádio de Seattle (Seattle)

19:00 — Arábia Saudita x Uruguai — Estádio de Miami (Miami)

22:00 — RI do Irã x Nova Zelândia — Estádio de Los Angeles (Los Angeles)

6.Terça-feira, 16 de junho de 2026:Grupo I e J.

16:00 — França x Senegal — Estádio de Nova York/Nova Jersey (Nova Jersey)

19:00 — Iraque x Noruega — Estádio de Boston (Boston)

22:00 — Argentina x Argélia — Estádio de Kansas City (Kansas City)

7.Quarta-feira, 17 de junho de 2026:Grupos J, K e L.

01:00 — Áustria x Jordânia — Estádio da Baía de São Francisco (São Francisco)

14:00 — Portugal x RD do Congo — Estádio de Houston (Houston)

17:00 — Inglaterra x Croácia — Estádio de Dallas (Dallas)

20:00 — Gana x Panamá — Estádio de Toronto (Toronto)

23:00 — Uzbequistão x Colômbia — Estádio da Cidade do México (Cidade do México)

8.Quinta-feira, 18 de junho de 2026:Início da segunda rodada.

13:00 — Tchéquia x África do Sul — Estádio de Atlanta (Atlanta)

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