
Instituto projeta queda acentuada de temperatura em municípios de Minas Gerais. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Mudança climática atinge o Sudeste com previsão de frio intenso e variação de nebulosidade.
Da Redação da Rede Hoje
O município de Patrocínio e a região do Alto Paranaíba enfrentam uma onda de frio intenso nos próximos dias devido ao avanço de massas polares. O Instituto Nacional de Meteorologia detalhou as condições climáticas que alteram a rotina dos moradores locais a partir desta sexta-feira. A mudança no tempo atinge diversas localidades do território mineiro com queda acentuada nos termômetros e ventos constantes. Os termômetros devem registrar marcas baixas durante o período matutino e no decorrer das noites deste fim de semana. A população local se prepara para enfrentar os dias mais frios do ano com casacos e cobertores reforçados.
Para esta sexta-feira o órgão oficial de meteorologia prevê estabilidade climática na maior parte do estado de Minas Gerais. O céu na região de Patrocínio deve permanecer parcialmente nublado a nublado sem indicativo de precipitações volumosas imediatas. O monitoramento mostra que o forte frio se concentra principalmente nas áreas de serra do Sudeste brasileiro. O sul paulista e o território sul mineiro também registram queda significativa de temperatura nas primeiras horas. O comportamento atmosférico atual mantém o ar seco e a sensação térmica baixa em todo o município.
No sábado a previsão indica a permanência de nebulosidade densa sobre a região do Alto Paranaíba e proximidades. O céu segue com variação entre parcialmente nublado a nublado na maior parte do território de Minas Gerais. Há possibilidade de ocorrência de chuvas isoladas na porção sul mineira e também no sul fluminense. Enquanto isso as pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas avançam sobre diferentes setores do estado de São Paulo. Os moradores devem ficar atentos às mudanças rápidas nas condições do tempo ao longo de todo o dia.
As temperaturas mínimas indicam um amanhecer bastante frio em diversas localidades serranas do Sudeste do país. Os termômetros nos pontos mais elevados das serras da região podem registrar marcas em torno de 4°C. No sul de Minas Gerais e no sul de São Paulo as mínimas ficam entre 5°C e 10°C. Já a faixa litorânea do Sudeste apresenta marcas menos severas variando de 12°C até 18°C. Essas condições exigem cuidados adicionais com a saúde de crianças e idosos devido aos resfriados repentinos.
Comportamento das máximas regionais
As menores temperaturas máximas no período da tarde ocorrem nas áreas serranas de Minas Gerais e estados vizinhos. Os valores máximos previstos para essas regiões de serra devem oscilar entre 20°C e 22°C sob forte nebulosidade. Em contrapartida o extremo norte mineiro mantém marcas elevadas com termômetros variando entre 29°C e 31°C. Nas demais áreas do Sudeste brasileiro as máximas gerais se estabelecem entre os 24°C e 27°C. A amplitude térmica exige atenção dos moradores que saem de casa nos períodos iniciais do dia.
O panorama nacional aponta que a instabilidade climática avança de forma expressiva pela Região Sul do território nacional. O Inmet alerta para o risco de ocorrência de geada nas áreas mais elevadas e serranas do sul. Chuvas intensas acompanhadas de trovoadas isoladas atingem o Paraná e setores de Santa Catarina no fim de semana. O tempo volta a ficar estável apenas na faixa de fronteira com o Uruguai após o período chuvoso. Essa movimentação de massas de ar influencia indiretamente as condições observadas no Sudeste nos dias seguintes.
Na Região Norte do país os estados de Roraima e do Amazonas apresentam indicativos de pancadas de chuva constantes. Por outro lado o estado de Tocantins mantém o tempo firme com predomínio de calor e céu limpo. Os dados do Inmet reforçam a importância do acompanhamento diário dos boletins informativos emitidos pelas autoridades públicas. A população mineira deve seguir as orientações da Defesa Civil para mitigar os impactos causados pelo frio severo. Os sistemas de monitoramento continuam avaliando as mudanças nas correntes de ar em todo o território brasileiro.




