
Fotos: divulgação/Fifa
Da Redação da Rede Hoje
Espanha está de volta entre as gigantes. E a França já espera.

Torcedor, tem jogo que parece decidido nos detalhes, e Espanha x Bélgica foi exatamente assim. A Espanha controlou a maior parte da partida, abriu o placar com Fabián Ruiz, levou o empate ainda no primeiro tempo e continuou insistindo. Quando o relógio já apontava para uma prorrogação, apareceu Mikel Merino, de novo saindo do banco, para marcar aos 42 minutos da etapa final e colocar a Fúria na semifinal depois de 16 anos.
É curioso como algumas seleções criam personagens improváveis em uma Copa. Merino já havia decidido contra Portugal nas oitavas e repetiu a dose diante da Bélgica. Agora vem um daqueles confrontos que qualquer torcedor gosta de assistir: Espanha e França. De um lado, uma equipe que recuperou o futebol envolvente; do outro, uma seleção cheia de estrelas e que sabe jogar mata-mata. Tem tudo para ser uma final antecipada.
Hoje é dia de Haaland, Kane e… Messi. Precisa de mais?



Se você gosta de centroavante, prepare a pipoca. Inglaterra e Noruega colocam frente a frente Harry Kane e Erling Haaland, dois dos maiores goleadores do futebol atual. Haaland chega com sete gols e Kane com seis. Mas ninguém ganha uma Copa sozinho. Os ingleses ainda contam com Bellingham e Saka, enquanto os noruegueses têm Ødegaard organizando o jogo e Antonio Nusa acelerando pelos lados.
Mais tarde, o palco será de Lionel Messi. A Argentina enfrenta a surpreendente Suíça, que faz uma campanha consistente e sofreu apenas três gols em toda a competição. Messi divide a artilharia da Copa com Mbappé, ambos com oito gols, e continua sendo o jogador que muda uma partida em um lance. Se a lógica prevalecer, a Argentina avança. Mas, depois do que esta Copa já mostrou, duvidar das surpresas parece cada vez mais arriscado.




