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Da Redação da Rede Hoje
Quem imaginava que a segunda semifinal terminaria daquele jeito? A Inglaterra saiu na frente e parecia pronta para voltar a uma decisão de Copa do Mundo. Anthony Gordon abriu o placar no segundo tempo, mas a Argentina não perdeu a calma. A equipe manteve a posse de bola, aumentou a pressão e transformou os minutos finais em um verdadeiro teste para o coração do torcedor.
Messi decide

Se os gols foram de Enzo Fernández e Lautaro Martínez, as assistências tiveram o mesmo dono. Lionel Messi comandou a reação argentina com dois passes decisivos e mostrou mais uma vez por que continua sendo protagonista da competição. A virada por 2 a 1 levou a Albiceleste à final e manteve viva a chance de conquistar o quarto título mundial e ainda repetir o feito do bicampeonato.
Semana intensa
A semana reservou duas semifinais de alto nível. Na terça-feira, a Espanha venceu a França por 2 a 0 com autoridade e garantiu presença na decisão. Um dia depois, a Argentina respondeu com uma virada dramática sobre a Inglaterra. Assim, a Copa definiu um confronto entre duas seleções que chegaram à final jogando um futebol consistente e atravessando momentos diferentes da história.
Bronze aberto

Antes da grande decisão ainda haverá a disputa do terceiro lugar. França e Inglaterra entram em campo no sábado buscando encerrar a campanha com uma medalha. Para os franceses, a partida também marcará a despedida de Didier Deschamps do comando da seleção em Copas do Mundo. Já os ingleses tentam transformar a frustração da eliminação em uma vitória para voltar ao pódio.
Modelo espanhol

A classificação da Espanha também chamou atenção pelos bastidores. O técnico Luis de la Fuente chega à final depois de consolidar um trabalho iniciado nas categorias de base e reforçado pelos títulos recentes da seleção espanhola. Ex-companheiros e dirigentes destacam sua capacidade de administrar o grupo, manter o elenco unido e preservar um estilo de jogo baseado em posse de bola e intensidade.
Duelo final
Agora resta apenas um capítulo para encerrar a Copa do Mundo de 2026. De um lado, a Argentina, atual campeã, tenta levantar o quarto troféu e conquistar um bicampeonato que não acontece desde o Brasil de 1958 e 1962. Do outro, a Espanha busca o segundo título mundial e a confirmação de um ciclo vencedor iniciado nos últimos anos sob o comando de Luis de la Fuente.
Domingo decisivo

A final coloca frente a frente duas equipes que chegaram por caminhos diferentes, mas com méritos semelhantes. A Argentina apostou na experiência de Messi e na força coletiva para superar momentos difíceis. A Espanha apresentou equilíbrio, organização e um elenco jovem que cresceu ao longo da competição. Para o torcedor, fica a expectativa de uma decisão entre duas escolas tradicionais do futebol mundial e a certeza de que a Copa de 2026 termina com um confronto digno da história do torneio.




