
Operação Murus deflagrada no Triângulo Mineiro. Foto: MPMG/Divulgação.
Ação combate esquema de distribuição de entorpecentes no Triângulo Mineiro
Da Redação da Rede Hoje
O Ministério Público de Minas Gerais e as polícias Civil, Militar e Penal cumpriram cinco mandados de busca e apreensão na manhã desta terça-feira no Triângulo Mineiro nesta terça-feira, 21 de julho. A ação integra a quarta fase da Operação Murus, que investiga um esquema de distribuição de entorpecentes em grandes proporções na região. A divulgação da ação foi feita pelo próprio órgão ministerial, que não informou detalhes adicionais do procedimento. As ordens foram deferidas pelo Poder Judiciário após a análise de provas colhidas anteriormente.
Pelo Ministério Público, a coordenação da operação ficou a cargo do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. A atuação das forças estaduais ocorreu de forma integrada para o cumprimento das ordens expedidas na nova etapa. O órgão ministerial limitou-se a confirmar a realização das buscas, sem detalhar os alvos ou materiais apreendidos até o momento. O procedimento segue no âmbito do combate às estruturas mantidas pelo crime organizado na região.
O nome da operação remete ao termo em latim para muralha, em referência à chamada Muralha do Triângulo Mineiro. A investigação originária permitiu o aprofundamento das apurações sobre a organização criminosa atuante no estado. O deferimento de novas medidas cautelares ocorreu com o avanço do trabalho policial, sem outras especificações públicas pelo Ministério Público. Os órgãos envolvidos buscam consolidar a apuração das atividades logísticas mantidas pelos investigados dentro do território mineiro.
Segundo os órgãos de segurança pública de Minas Gerais, a operação reafirma o compromisso institucional na proteção da sociedade e no combate aos crimes graves. A divulgação oficial não acrescentou outras informações sobre os locais exatos onde as ordens foram cumpridas nesta terça-feira. A atuação conjunta das instituições permanece voltada ao enfrentamento desse esquema ilícito na região. O processo judicial referente às apurações em andamento continua sob a responsabilidade das autoridades competentes locais.




