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Geopolítica | Jornal britânico lista regiões estratégicas para expansão dos Estados Unidos e diz que 3ª Guerra Mundial pode começar em 2026

A administração de Donald Trump não deve limitar as intervenções globais apenas ao território da Venezuela (Foto: Imagem de Pete Linforth por Pixabay)

Análise detalhada aponta nove territórios e objetivos espaciais que compõem o plano de influência global da administração americanar
Da Redação da Rede Hoje

Um possível cenário de ampliação da influência dos Estados Unidos em 2026 passou a ser discutido após publicação do jornal britânico The Daily Star. O veículo analisou regiões estratégicas onde disputas internacionais podem se intensificar, elevando o risco de um conflito global de grandes proporções. Segundo o jornal, fatores políticos, militares e econômicos atuam de forma simultânea em diferentes continentes. Especialistas em segurança internacional avaliam que a convergência dessas tensões pode criar condições para uma escalada sistêmica. O debate inclui, pela primeira vez de forma recorrente, a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial.

A análise aponta que um conflito global em 2026 não está descartado diante do acúmulo de crises regionais. Entre os principais focos estão o mar do Caribe, relacionado à política dos Estados Unidos para a Venezuela, o Golfo da Finlândia, marcado pelo aumento das tensões entre Rússia e países europeus, e as Ilhas Kinmen, no contexto das disputas envolvendo Taiwan. Também são citados o Estreito de Hormuz, rota essencial para o petróleo mundial, e a península coreana, historicamente instável. Declarações recentes da diplomacia russa sobre ações da OTAN reforçam o alerta sobre uma possível escalada global.

O conteúdo destaca que a administração do presidente Donald Trump não pretende restringir suas ações ao território venezuelano. O governo norte-americano tem sinalizado a ampliação de sua presença estratégica em diferentes regiões do planeta. Após operações recentes na América do Sul, novos alvos passaram a ser mencionados em discursos oficiais. As propostas envolvem revisão de fronteiras, controle de recursos naturais e ampliação de áreas de influência. Analistas apontam que esse movimento contribui para o aumento das tensões internacionais.

No caso do Canadá, autoridades dos Estados Unidos voltaram a mencionar a possibilidade de integração do país vizinho como um novo estado americano. A estratégia apontada envolve pressão econômica, com elevação de tarifas comerciais. O interesse estaria ligado a recursos minerais, reservas de petróleo, água doce e madeira. O discurso oficial sustenta que a medida reduziria custos fiscais e subsídios. O tema gerou reações políticas em ambos os países.

A Colômbia também aparece como área de atenção, com a possibilidade de ações militares justificadas pelo combate ao narcotráfico. O governo dos Estados Unidos acusa o país de falhas no controle da produção e exportação de drogas. Desde o fim de 2025, operações navais e aéreas foram intensificadas no Caribe e no Pacífico. O fentanil foi classificado como prioridade de segurança nacional pela Casa Branca. Essas ações elevam o nível de alerta na região.

Sobre Cuba, o relatório indica que a Casa Branca avalia que a pressão econômica é suficiente para atingir seus objetivos. Sanções financeiras seguem como principal instrumento contra o governo cubano. O bloqueio econômico permanece associado à classificação do país como patrocinador do terrorismo. A política visa restringir recursos das forças de segurança e do Estado. A estratégia é acompanhada de perto por organismos internacionais.

O Oriente Médio também integra o cenário de risco global. O território da Faixa de Gaza é citado como área de interesse estratégico para projetos de reconstrução e controle territorial. Propostas incluem a remoção de moradores para países vizinhos e a abertura da região para investimentos externos. A iniciativa é acompanhada por debates diplomáticos e críticas internacionais. A instabilidade regional é considerada um fator adicional de risco global.

No Atlântico Norte, a Groenlândia é apontada como área estratégica para defesa e controle de rotas polares. Os Estados Unidos justificam o interesse com base na presença de outras potências na região. A ilha abriga sistemas de alerta e estruturas militares consideradas essenciais. Além disso, possui reservas minerais ainda pouco exploradas. O tema voltou ao centro das discussões geopolíticas.

O México permanece como ponto de tensão constante devido à atuação de organizações criminosas na fronteira. O governo americano planeja ampliar a presença de tropas e agentes de inteligência em ações diretas. Operações navais já estão em andamento para interceptação de cargas ilícitas. A justificativa oficial é a proteção da saúde pública e da segurança interna. O tema provoca debates sobre soberania nacional.

Além das disputas territoriais, a estratégia dos Estados Unidos inclui objetivos fora da Terra. A exploração espacial passou a integrar o planejamento estratégico do governo, com foco no envio de missões tripuladas a Marte e na consolidação de presença permanente na Lua. Parcerias com empresas privadas do setor aeroespacial foram intensificadas. O domínio tecnológico no espaço é tratado como elemento de poder global. Analistas avaliam que a militarização espacial também pode influenciar o equilíbrio internacional.

Especialistas em segurança internacional alertam que a combinação de disputas territoriais, sanções econômicas, operações militares e corrida tecnológica aumenta o risco de um conflito de escala mundial. O ano de 2026 é citado como um ponto crítico para a consolidação ou contenção dessas tensões. A resposta das potências envolvidas e a atuação de organismos multilaterais serão determinantes. O cenário permanece em observação constante por governos e instituições internacionais.

@redehoje
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