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Café | Ministro Luiz Marinho faz visita técnica à cafeicultura durante a Fenicafé em Araguari

Luiz Marinho (MTE) conversa com produtores, associações e trabalhadores em Araguari (MG) durante a Fenicafé; crédito: CNC

Silas Brasileiro, presidente do Conselho Nacional do Café, elogiou o fortalecimento da relação entre governo, trabalhadores e produtores que tem contribuído para o enfrentamento de informações incorretas sobre a cafeicultura

Da Redação da Rede Hoje

A 29ª edição da Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura foi realizada nesta semana em Araguari, MG, com programação voltada à tecnologia, pesquisa e produção cafeeira. O evento reuniu representantes do setor produtivo, autoridades públicas e entidades institucionais. A abertura contou com atividades técnicas e institucionais. A agenda do primeiro dia incluiu a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, que participou de atividades na região com visitas técnicas e reuniões institucionais. A feira ocorreu no Parque de Exposições Rondon Pacheco.

No distrito de Amanhece, em Araguari, a agenda incluiu acompanhamento técnico em propriedade rural. Na Fazenda Paraíso, a comitiva realizou visita técnica com apresentação de práticas produtivas. Foram observados processos relacionados à sustentabilidade e rastreabilidade. Também foram apresentados critérios de certificação adotados na produção. A atividade incluiu análise das condições de trabalho. A visita ocorreu em ambiente operacional da propriedade.

Durante a visita técnica à propriedade, o ministro do Trabalho e Emprego realizou interação direta com trabalhadores rurais e responsáveis pela condução das atividades produtivas, com foco na verificação das condições de trabalho e organização da mão de obra. A agenda permitiu a observação in loco de práticas vinculadas à sustentabilidade, rastreabilidade e conformidade com protocolos de certificação. Também foram realizados diálogos com representantes de cooperativas, abordando aspectos da formalização do trabalho e da articulação institucional no setor.

A atividade integrou o conjunto de ações previstas na programação da Fenicafé. A participação ocorreu no contexto das discussões sobre relações trabalhistas na cafeicultura. A comitiva foi composta por representantes de ministérios, órgãos técnicos e entidades do setor produtivo. A iniciativa teve caráter técnico e institucional, com foco na análise das condições produtivas e laborais.

CNC elogia aproximação

Para Silas Brasileiro, presidente do Conselho Nacional do Café, a atuação da entidade no fortalecimento da relação entre governo, trabalhadores e produtores tem contribuído para o enfrentamento de informações incorretas sobre a cafeicultura. Segundo ele, a articulação institucional amplia a transparência das práticas adotadas no setor. A iniciativa envolve diálogo entre diferentes segmentos da cadeia produtiva. O dirigente destacou a importância da aproximação entre os atores envolvidos. A declaração foi feita durante a programação da feira.

“Essa visita reforça que a cafeicultura brasileira não tem o que esconder — pelo contrário, demonstra que as práticas trabalhistas são tratadas com extrema seriedade, alinhadas às exigências nacionais e internacionais”, explicou.

Após a visita técnica, a comitiva participou de atividades no espaço da feira. Foram visitados estandes com apresentação de tecnologias aplicadas à irrigação. A programação incluiu demonstrações de inovação na produção cafeeira. Também foram realizadas reuniões com representantes de trabalhadores e produtores. Os encontros ocorreram em ambiente institucional.

Na Sala Café Sustentável, houve reunião com entidades da Região do Cerrado Mineiro. Participaram representantes de cooperativas, associações e autoridades públicas. O encontro abordou temas estratégicos para o setor. A atividade integrou a agenda oficial do evento. O espaço foi destinado a discussões técnicas e institucionais.

Pacto pelas Boas Práticas Trabalhistas

Durante a participação, foram apresentados avanços do Pacto pelas Boas Práticas Trabalhistas na Cafeicultura. A iniciativa foi criada em 2023 pelo Ministério do Trabalho e Emprego em parceria com entidades do setor. O objetivo é promover relações formais de trabalho. O pacto inclui ações de orientação e comunicação. A proposta envolve integração entre diferentes segmentos.

Eliane Cristina, da Coocacer, afirmou que acompanha o trabalho desenvolvido pelo Conselho Nacional do Café junto aos ministérios para promover mudanças na relação trabalhista na cafeicultura. Segundo ela, o pacto foi estruturado em conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego. A iniciativa tem como objetivo oferecer segurança ao trabalhador beneficiário de programas sociais. A proposta também contempla a formalização do vínculo empregatício. A dirigente destacou que o modelo atende às exigências do setor produtivo.

De acordo com a representante, o pacto permite a contratação formal de trabalhadores durante o período de safra. Ela explicou que o modelo assegura a manutenção de direitos trabalhistas. Também afirmou que o trabalhador pode exercer atividade como safrista. Após o término do vínculo, há possibilidade de retomada dos benefícios sociais. A medida busca conciliar formalização e proteção social.

@redehoje
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