
Sebastião Calisto
Saindo do modo reflexão, quero contar uma história. O personagem desta história todos conhecem, e todo mundo tem contato com ele, seja masculino ou feminino, pois ele faz parte do nosso dia a dia.
Nos ensinou os primeiros números, as primeiras palavras e as primeiras declarações de amor. Apesar de ser algo primordial, passa despercebido.
Estou falando do lápis.
Em 1858, Hyman Lipman registrou a patente do lápis com a borracha presa. Mas, antes disso, o lápis já existia? Sim, havia o que podemos chamar de um protótipo: duas madeiras com uma lâmina de grafite no meio.
A ideia de Hyman foi excelente, pois, para apagar o que havia sido escrito errado, era necessário rabiscar ou até usar um pedaço de pão. Essa criação veio para simplificar a vida de todos.
Mas vamos à história. O lápis surgiu na Inglaterra em 1564. A primeira produção em massa é atribuída a Friedrich Staedtler, em 1622, em Nuremberg, na Alemanha.
Outra curiosidade é que a patente do lápis com borracha de Hyman foi vendida por US$ 100.000.
E mais: a Faber-Castell é a maior fabricante de lápis do mundo e também a mais antiga. A empresa foi fundada por Kaspar Faber, em 1761, na Alemanha. A família Faber permanece como principal acionista até hoje, já na 9ª geração.





