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Especial | Secretaria projeta Guarda Municipal armada, reestrutura sistemas de defesa e detalha segurança para a Femcafé

  • Na série de Reportagens Especiais sobre segurança, a Rede Hoje ouve o secretário Roberto Parros que detalha o funcionamento do GSI, o futuro policiamento municipal e sobre planejamento para a Femcafé
  • GSI assume comando operacional do evento enquanto Defesa Civil foca na mitigação de riscos e integração com novos órgãos.

Da Redação da Rede Hoje

Na série de reportagens especiais desta semana sobre segurança e mobilidade social, a Rede Hoje entrevista o Roberto Parros, Secretário de Mobilidade Urbana e Defesa Social do Município. A reestruturação administrativa da pasta estabelece o Gabinete de Segurança Integrada (GSI) como o marco operacional da nova gestão. O GSI funcionará dentro do Sistema de Defesa Social (Sinds) e terá a responsabilidade de coordenar as estratégias de proteção no município. Segundo o secretário essa estrutura foi planejada para centralizar as ações de vigilância e prevenção, garantindo que o Poder Executivo tenha ferramentas efetivas para monitorar e proteger o patrimônio público. O gabinete servirá como o núcleo de inteligência e comando para as futuras atividades de segurança da prefeitura.

A criação da Guarda Municipal de Patrocínio aparece como o próximo passo fundamental dentro da estrutura do Sistema de Defesa Social. A corporação será incorporada diretamente ao organograma do GSI assim que o projeto de lei para sua fundação for aprovado. O objetivo central da nova força será garantir a ostensividade primária nos próprios municipais, assegurando a integridade dos equipamentos públicos e das pessoas que deles fazem uso. A medida visa oferecer uma resposta imediata e local para questões de segurança que afetam diretamente o cotidiano da população nos espaços da administração.

Sobre o armamento da tropa, o secretário Roberto Parros afirma que a intenção do prefeito é criar uma guarda robusta. O projeto de lei que instituirá a corporação deve seguir as prerrogativas do estatuto que já prevê a utilização de armas por guardas municipais. A proposta defende que a segurança preventiva deve ser exercida por agentes devidamente equipados para atender à primariedade da segurança pública no município. Parros destaca que o porte de armas é um elemento de proteção para o próprio agente e um reforço na autoridade necessária para o policiamento administrativo.

Logística de segurança para a Femcafé

O planejamento para a Femcafé 2026 já mobiliza os setores técnicos da secretaria com a elaboração de planos específicos de segurança e trânsito. A operação contará com um Centro de Comando Operacional, sob a presidência do prefeito e do chefe de gabinete, integrando as ações do GSI. De acordo com Roberto Parros, os licenciamentos do parque de exposições já foram liberados e as vistorias técnicas concluídas pela prefeitura. O evento, que possui proporções internacionais, exigirá ajustes finais de implementação para garantir o melhor atendimento à população patrocinense.

A Defesa Civil também ganhou destaque maior dentro do novo sistema de defesa social do município. A coordenação técnica está sob a responsabilidade do engenheiro Rafael, enquanto o comando do Conselho Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec) permanece com o titular da secretaria. O foco atual da pasta, passadas as chuvas, é a resolução de problemas crônicos e a mitigação de eventos futuros. O planejamento prevê que, logo após o encerramento da Femcafé, novos órgãos sejam integrados para ampliar a capacidade de resposta e redução de riscos na cidade.

Entenda a Guarda Municipal de Patrocínio

O modelo de policiamento planejado para a Guarda Municipal de Patrocínio será focado na prevenção, guardando semelhanças operacionais com as forças estaduais de segurança. Roberto Parros observa que existe uma tendência jurídica nacional, atualmente em discussão no Supremo Tribunal Federal, para que essas instituições sejam reconhecidas oficialmente como polícias municipais. A mudança constitucional em debate caminha para validar o poder de polícia das guardas, consolidando sua função no combate à criminalidade urbana e na manutenção da ordem pública local.

A integração com os sistemas de mobilidade urbana também permitirá que a futura guarda atue de forma coordenada com o controle de tráfego e transporte. O Sistema de Defesa Social buscará preencher lacunas de vigilância sem usurpar as competências das forças estaduais, atuando de maneira complementar. O secretário reforça que a prioridade é transformar a prestação de serviço de segurança em algo efetivo e coerente com a realidade de Patrocínio. Com a nova lei, o município ganha autonomia para gerir suas políticas de defesa e proteção social de forma técnica e planejada.

@redehoje
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