• O Cruzeiro se matando em campo para evitar o rebaixamento, e o Ronaldoducho passeando em Dubai. Alguém perguntou a ele se não estava preocupado com a situação do Cruzeiro, e ele respondeu: “Cruzeiro? O que é isso?”
  • O nível das transmissões esportivas da grande mídia, principalmente dos canais da ex-poderosa, nunca esteve tão próximo do chão como atualmente. Um fato que já se tornou rotineiro é, quando a partida chega aos 45 minutos e o repórter informa “mais três minutos”. O narrador, em questão de segundos, diz “vamos a 48 minutos”. Ele não acha que o telespectador é analfabeto a ponto de não saber fazer essa soma. Tem certeza. Às vezes eu, que tenho um pouco de instrução, espero o narrador me informar que 45 + 3= 48. E os comentaristas (???) Roger Flores e Ricardinho que dizem que o meio de campo de determinada equipe “róba” a bola com facilidade. Será que na emissora em que trabalham não há alguém que tenha ensino médio para ensinar-lhes que a terceira pessoa do singular do presente do verbo “roubar” é “rouba”? E o comentarista de arbitragem que informa que a falta foi marcada porque o ataque era “promissor”. Eu tinha vontade de pedir a esse cidadão um sinônimo desse adjetivo que já se tornou surrado nas transmissões. Resolvi, há um bom tempo, ver o jogo sem o áudio.  
  • Vejo, sem exceção, em panificadoras e supermercados propaganda de “mussarela”. Algum problema? Sim, pois em nenhum dicionário da língua portuguesa se encontra essa grafia com “ss”. Quem duvidar que procure. Para ninguém achar que sou um chato, pesquise por “muçarela”, então achará a forma correta. Os gramáticos dizem que se trata de um fenômeno da “contaminação”. Se o comerciante lê a grafia incorreta aonde quer que vá, será induzido ao erro.
  • Já se tornou rotina os narradores dizerem que determinada equipe é uma das camisas “mais pesadas” do futebol brasileiro. Além da responsabilidade de vencer o oponente, imagino o jogador usando uma camisa pesada como chumbo. kkkkk
  • Gostaria de saber de onde partiu a determinação de se executar o Hino Nacional antes das partidas. Se meu prezado leitor prestar atenção, verá que, enquanto se ouve o hino, jogadores saltitam, fazem alongamento, mascam chiclete, etc. Respeito que é bom, nada.

 

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