Denis Doukhan | Pixabay

Acho que toda criança tem algum idoso como referência. Eu sempre gostei muito de um tio-avô, solteirão, acho que na casa dos 70 anos. Seu nome: José Luiz da Costa. Era um homem fantástico. É o mínimo que posso dizer. Lavrador, analfabeto, mas nunca vi alguém com tamanho conhecimento a respeito das relações humanas. Que sabedoria!

Entre os melhores momentos da infância, posso assegurar que passei muitos com o Tizé (assim que o chamava). Irmão da minha avó paterna, Sebastiana Luíza da Costa, aquele homem branquelo, cabelos brancos como algodão em ponto de colheita, altura mediana, magro e sensível, foi a pessoa mais tolerante que conheci.

O Tizé foi trabalhar no sítio que meu pai comprara — atrás da Serra do Cruzeiro, onde funciona atualmente do lixão. Lá é um lugar de puro cascalho, capim, árvores pequenas e retorcidas, só dois filetes de terra agricultável perto de duas capoeiras ao lado de dois córregos que passam dentro do que era a propriedade. Ao lado de um dos córregos, meu pai construiu a casa e um barracão.

Perto da casa, meu pai plantou cana pra moer para o gado — umas 20 rezes, se tanto — e minha mãe fez uma bela horta. Só ali, naqueles pouco mais de 500 metros quadrados, se produzia alguma coisa.

Então, meu pai contratou o Tizé para roçar o pasto (cortar as ervas daninhas, vassourinhas, mata-pasto, etc). No período de férias do grupo João Beraldo, o Tizé me convidou para fazer-lhe companhia, o que aceitei com muito gosto, pois adorava ouvir suas histórias.

A gente ia cedo. Sete da manhã já estávamos lá. É muito perto da cidade. Uma manhã, quando chegamos, o Tizé pediu que eu cortasse um pouco de capim — muito comum no lugar, parecido com o que se usava para encher colchões — e amontoá-lo embaixo de uma árvore. Se saber a razão, segui o que ele determinara, enquanto cortava umas varas. Depois ele montou uma armação usando duas pequenas árvores que ficavam lado a lado. Passou uma vara mais forte entre as forquilhas delas e foi trançando as varas até chegar ao chão. Colocou capim em cima, fazendo amarração com as cascas das próprias varas, que saíam como correias. Assim, fez uma cabana rústicas.
— Pra que isso, tio?, eu quis saber.
— Pra nos proteger da chuva que vem vindo — o céu negro anunciava uma tempestade.
— Mas nós trouxemos capas. — eu disse
— Verdade, mas se chover pedras estaremos protegidos. — retrucou.
Ouvi calado. E não é que ele tinha razão? Mas começou a trabalhar, caiu uma chuva daquelas. E o danado do abrigo aguentou o tranco.

Enquanto chovia, ele preparava um cigarro de fumo de rolo e palha de milho, que chamava de “pito de páia”.
E tinha todo um cerimonial. Primeiro passava o canivete — grande, cor prata — na palha, até ficar lisa como papel. Colocava a palha entre os dedos indicador (o fura bolo) e anelar (o seu vizinho), por cima do dedo médio (o pai de todos); pegava o fumo com o polegar e o indicador e cortava bem fininho, uma porção generosa. Depois, espalhava o fumo na palha, misturado com raspa de uma raiz (não sei acho que era de mama-cadela, só sei que ficava parecido com incenso); enrolava e dava uma lambida na palha (como se fazia com envelope), fechava, dobrava as pontas (pro fumo não cair). Pronto e perfeito! O famoso “pito de páia” estava pronto para ser reduzido à fumaça e à cinza, literalmente.

Mas a cerimônia não tinha acabado. Para acender o “pito”, o Tizé usava uma binga (isqueiro) que parecia uma bala de fuzil, cor de cobre. Dentro um chumaço de algodão. Ele tirava um pedaço de lima — que usava para amolar a foice — batia aquelou peça de metal numa pedra preta que segurava ao mesmo tempo na boca da binga, provocando faíscas e soprava o algodão até que, como mágica, o fogo aparecia.

O Tizé bebia um pouco de café muito doce e frio, que trazia numa garrafinha de guaraná caçula “Banho de Lua”, sentava-se de cócoras nos calcanhares e das boas baforadas naquele cigarro cheiroso e convidativo. De vez em quando, com a unha do solecar, dava umas três batidas na ponta do pito para “avivar” a brasa.

O dia passa e a gente se prepara para ir embora. Quando começamos a caminhada de volta, vejo uma cena que me impressionou muito: uma cobra enrolada numa coruja, tentando mordê-la e a ave pisando na cabeça da cobra, bicando e comendo e comendo aquele animal peçonhento, vivo.
Eu, impressionado:
— Tizé é a coruja que tá comendo a cobra, eu nunca tinha visto isso!
— Calma, filho. — ensinou-me — essa é a “coruja-buraqueira” que vive nos buracos abandonados por tatu e serve de tocas para outros animais e a cobra é dos alimentos da coruja. A natureza é assim, o que caça num dia, pode ser caçado no outro.
Sem que nenhum de nós — pelo menos eu — percebesse, mais que falar da rotina de dois animais silvestres, ele acabara de me dar uma lição de vida.

O Tizé morreu no início da década de 1970. Só lamento não ter convido mais com ele, pois era generoso, doce, de fala mansa e de grande sabedoria. Aquilo tudo me fascinava. Nunca vi aquele homem com atitude de confronto, arrogante, com quem ou o que quer que fosse. Se dizer uma palavra sobre qualquer assunto, contudo, com seu jeitou de viver, era como se em cada ato me ensinasse: “Seja tolerante e manso com as pessoas e com toda criatura de Deus. Isso será bom para você mesmo”. Aquilo me valeu até hoje. Tento viver da mesma forma, valorizando o que é simples, sem arrogância e respeitando o outro, por mais humilde que pareça.

Nota. Esta crônica está no meu primeiro livro de crônicas “O Som da Memória”, publicado há 10 anos, em 2012, com o apoio do então secretário de Cultura, Flávio Arvelos. Saiu com o título “Tio Zé e o pito de ‘paia’”. Falo nisso porque o lançamento do meu livro mais recente está previsto para dia 2 de julho. É o livro reportagem “CAP: A História de uma Paixão Grená”. Mas, o primeiro livro é sempre o que marca mais.

Dedico-a ao produtor rural, já falecido, Paulo Pereira. Certa vez o encontrei com seus irmãos num restaurante e ele disse que essa era a sua crônica preferida do meu livro, pois, na fazenda de seu pai tinha um senhor com as mesmas caraterísticas do Tio Zé.




Artístico
. A boa música pertence à cultura de um lugar. A cidade já teve (e ainda tem) alguns bons cantores, e, magistrais composições, em termos de letras e musicalidade. Três músicas e seus autores documentam a relevância cultural. Uma, em sua época, foi gravada e interpretada pelos maiores cantores do País. As outras duas encantaram (e ainda encantam) gerações patrocinenses. E um cantor do bairro São Vicente que personificou o sucesso quase meio século, na cidade, Goiás e Belo Horizonte.

A LETRA É UMA POESIA – A valsa (há também a interpretação sertaneja clássica) de “Saudades de Matão” foi composta pelo maestro patrocinense José Carlos da Piedade, no início do século XX. Durante quarenta anos (e até hoje) foi e é gravada ou interpretada por um grande número de artistas/cantores. São sete estrofes (quatro versos cada) bem elaborados. Para se ter a ideia poética, destacam-se a primeira e as duas últimas:

“Neste mundo, choro a dor

Por uma paixão sem fim

Ninguém conhece a razão

Porque eu choro num mundo assim,...

...

Quero morrer

Vou partir para bem longe daqui

Já que a sorte não quis

Me fazer feliz

Quando lá no céu surgir

Uma peregrina flor

Pois todos devem saber

Que a sorte me tirou, foi uma grande dor.”

A GENIAL MUSICALIDADE – O rei do baião, Luiz Gonzaga, expressão maior da música nordestina, e que esteve em Patrocínio em 1957 (exibiu e deu show em cima de um caminhão, em frente, ao Cine Rosário, na Praça Honorato Borges), foi um dos expoentes que gravou “Saudades de Matão”. E mais, Agnaldo Timóteo e Ângela Maria (melhor cantora nos anos 50 e 60), a dupla sertaneja (a mais histórica) Tonico e Tinoco, Rolando Boldrin (TV Cultura, começo do século XXI), Chitãozinho e Xororó, e, uma dezena de bandas de música de todo o Brasil. Inclusive a Banda Abel Ferreira a tem em seu repertório predileto.

MAS PORQUE MATÃO? – José Carlos da Piedade nasceu em Patrocínio em 1869. Residiu em Araguari, Barretos, Franca, Campinas e Matão-SP e faleceu em Betim (Colônia Santa Isabel) em 1939, acometido pela doença Hanseníase. Viveu também grande parte de sua vida em Patrocínio (nos anos 30, havia a Banda Maestro José Carlos). Amigo do jornalista Sebastião Elói, a quem confidenciou a autoria de “Saudades de Matão”.

POLÊMICA SOBRE A AUTORIA – Ora a música é citada como de autor desconhecido, ora de três pessoas dos anos 20. Provavelmente, José Carlos a vendeu para essas três pessoas (Galati, Torres e Silva). Mas, a verdade foi desvendada pelo (grande) “Jornal do Brasil” de 04/11/1983, quando foi registrado o depoimento de Geraldo França de Lima, de Araguari, residente no Rio. As suas palavras foram categóricas: “... nada é mais falso, nada é tão inexato...” (citar outra autoria que não a de José Carlos da Piedade). Segundo ele, o maestro tocou no casamento de seus pais em 1904 (Araguari). “E em 1939, interessei-me pelo assunto e fiz pesquisas, felizmente coroadas de êxito. Um ofício do Dr. Abrahão Salomão, diretor da Colônia Santa Isabel, contendo informações sobre o maestro Piedade foi a mim enviado...”

OUTRA MÚSICA DE MESTRE – Professor Franklin Botelho nasceu em Paracatu em 09/5/1907. Mas residiu e faleceu em Patrocínio, no dia 18/6/1981, aos 74 anos. Professor de Geografia, Francês (era obrigatório) e Canto Orfeônico (música) no Ginásio Dom Lustosa (desde 1929) e Colégio Olímpio dos Santos. Era também teatrólogo, fotógrafo, pintor artístico, anedotista, radioamador e músico. Exímio em todos. Na música, tocava piano e violino com exuberância. Criador do Hino a Patrocínio, com letra do poeta Augusto de Carvalho. Como compositor, é autor da letra e música da valsa “Serenata”, linda canção para as noites bucólicas da cidade. O romantismo é presença em seus versos:

“Oh! Que noite tão calma de lua

Quanta paz e amor

Um violino soluça na rua

Quanta paz e amor

Velhos tempos que o tempo devora

Quanto amor e paz

Serenata de outrora

Quanta paz, quanto amor sinto agora

Serenata que se vai

Pelas ruas da velha cidade

Vai passando, soluçando

E não deixe comigo a saudade.”

TAMBÉM IMORTAL – O músico Paulinho Machado, irmão do poeta maior Massilon Machado, morador histórico do casarão à Rua Presidente Vargas (em frente à Escola Honorato Borges), marcou época com a sua Sebastiana, composta no final dos anos 50. Até 1970, a música tornou-se referência em Patrocínio e região. Versos iniciais:

“Sebastiana namorava todo mundo

Do ricaço ao vagabundo,

Do soldado ao coronel

Não tinha nada

A não ser sua beleza

Que lhe deu a natureza

Que só Deus sabe porquê”...

MAIS SOBRE PAULINHO E SUA MÚSICA – No final dos anos 60, a lenda da televisão brasileira, Flávio Cavalcanti, em seu programa “A Grande Chance” na TV Tupi (Rio), recebeu, dentre os calouros, o patrocinense, da raça negra, “El Sorriso”, muito conhecido em Patrocínio (também) por Lola (fotógrafo), do antigo Bairro São Vicente, para cantar “Sebastiana”. Divulgou bem a cidade, mas como cantor, “El Sorriso” não prosseguiu. Viveu sempre no meio artístico nacional, como assessor, amigo e fotógrafo das maiores celebridades do País. Já Paulinho, que nascera em 1920, faleceu na cidade em 03/5/2014, aos 94 anos.

UMA VOZ INESQUECÍVEL – Cantor de boleros, tangos e músicas românticas, também bom interprete de “Serenata”, “Sebastiana” e “Saudades de Matão”. Assim, foi o cantor José Frazão, de origem do Bairro São Vicente. Atuou, por vários anos, em Goiânia e Pousada do Rio Quente. Além, de sua Patrocínio e festas em Belo Horizonte, dos patrocinenses residentes na capital, em locais como o Minas Tênis e Expominas. Frazão nasceu em 1942 e faleceu no começo do século XXI. Deixou um excelente LP gravado (disco de vinil com 12 músicas) e dois CD’s (com quatro músicas).

NO AR... – Nesse domingo, na web Rádio Hoje, portal Rede Hoje, do Luiz Antônio Costa, crônicas com histórias e amostras das músicas citadas. Vale a pena ouvi-las. De 8 h às 12 h e de 12 h às 17 h aqui: Rádio Hoje ou no aplicativo aqui.

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ELE CUMPRE COM DIGNIDADE TODOS SEUS PAPÉIS..


Hoje não é a data do aniversário dele, mas quem disse que se deve enaltecer uma pessoa somente em seu níver.

Ele cumpre com dignidade todos os papéis que Deus o escala para fazer..
Eu poderia homenagea- lo como AMIGO.
Ele veio da "Universidade do Tampinha" ( empresário tipógrafo) , para a Serviços Gráfico União, posteriormente, Gráfica A3) passamos trinta anos trabalhando lado a lado na Arte de Gutenberg.
Muito labor, muita produtividade, muito riso e, claro, muito perrengue.
...Posso afirmar que ele estará entre os três primeiros que chegarão para o meu velório e entre os três últimos que me deixarão no "Campo Santo"...
Acho que não preciso falar nada mais...
Poderia homenagea-lo como TRABALHADOR.
Profissional de Offset, ímpar. Colaborador exemplar. Dedicado, caprichoso, comprometido.
Poderia homenagea- lo com ex- CRAQUE de futebol. Jogando o fino da bola.
Poderia homenagea-lo como CIDADÃO, aplicado em seus deveres. Discreto e humilde.
Poderia homenagea- lo como LUTADOR. Afinal, "sete tipo de lutas, fora os pulos esquisitos" que ele pratica, rsrs
Mas quero homenagea- lo mesmo é como PAI.
"Milton, mas a próxima data é 'Dia das Mães' Eu sei. Eu sei. Mas tem Pai, que é Pai e Mãe. E tem Mãe, que é Mãe e Pai.
Eis uma verdade por ai...
Amanda Luísa e Pedro Henrique, sabem que tem um pai, um guia, um amigo, um guerreiro, que move céu e terra por eles..
Talvez ele não seja capa de jornais ou revistas como cidadão exemplar, embora mereça.
Talvez ele não seja nome de logradouro público, apesar de ser digno.
Talvez ele jamais adentre a Câmara Municipal de Patrocínio para receber alguma homenagem, mesmo tendo feito por onde.
Mas pessoas como ele merecem é o "Nobel da Paz". Cumprem com dignidade todos os papéis que Deus o escala para fazer...

 

                                                        ÓDIO MORTAL... DO BEM


Rola profusamente na rede “elogios” iguais a estes ao Presidente:

"O meu sonho sempre vou matar o Bolsonaro. Eu sempre falei abertamente. Eu quero matar ele. Quero que ele sangre na minha mão. Se liberar, você vai morrer com a própria arma, porque eu vou te matar" (Imagina se este ameaça fosse contra o “cabeça de ovo...chôco?”)
A facada que lhe deram, não lhe matou. Eu sou ex combatente do Exército. E eu tenho vergonha de você, seu moleque. Se a faca do cara não lhe matou, eu vendo tudo que eu tenho, vou a Brasília, e com isso aqui, lhe mata, Satanás”, ( imagina se esta promessa contra o Presidente fosse contra alguém da ditadura/ativismo/terrorismo jurídico/político/midiático?)
Chega. Um Canalha, bandido, bastardo. Te desejo uma morte lenta e dolorosa. E sem redenção, idiota.” ( imagine este desejo fosse contra alguém do poderoso poder?)
Eu não desejo a morte para ninguém por mim pode enterrar o Bolsonaro vivo mesmo” ( É muita bondade no coração, não?
Tem o ódio do bem gratuito ( tipo o Adélio, que o STF, ainda mantém seu celular a sete chaves) e tem o ódio do bem dos mamutes do dinheiro público. Antes de Bolsonaro cada artista podia captar até R$ 60 milhões por ano. Ora, você sabia que 78% da verba da Lei Rouanet ficava concentrada nas mãos de 10% das grandes empresas? A MAMATA ACABOU. Pena de morte para bolsonaro por este crime hediondo.. Ai Gil, Caetano, Daniela Mércure, Ivete, Zé de Abreu, Fernandinha Montenegro, Thaís Araújo, Marieta Severo, destilam ódio... mas é ódio artístico. Olha. Isto se chama farra com o dinheiro público, se você, apoia, não posso fazer nada...
COMO NÃO VOLTARÃO AO PODER. COMO?
É canhão contra formiguinha o tempo todo. Quatro anos de campanha política da canhota, sem cortar fumaça. Agora tá tudo dominado, tudo conchavado, tudo esquematizado, tudo arquitetado, tudo amarradinho. PT, PSB, MDB, PSOL, PSDB, STF, Senado, Câmara Federal, ninguém soltou a mão de ninguém. Imagine quantas reuniões de “vossas excrecências, com vossas excremências” na calada da noite nas mansões de Brasília,“defendendo o povo” com a famosa “conversinha ao pé do ouvido”, arquitetando “o nosso futuro”. Ações com a cobertura, o apoio, o incentivo e a mãozinha do Supremo Fedemal. Tudo começou, com a facada do bem, depois não aceitando o resultado das urnas... atualmente a perseguição tem proporções estratosféricas. “Bolsonarismo” é crime de lesa- pátria. Tinha que ser um presidente peito de aço, mas infelizmente é um homem de carne e osso. O mámore do inferno não esfria. Como governar bem o Brasil neste braseiro infernal. Um exemplinho: Depois do indulto presidencial, Daniel Silveira foi multado em R$ 405 mil pelo super xandão, o ministro do Supremo também determinou desconto em folha de Daniel de 25% do seu salário além do bloqueio de todas as contas bancárias do parlamentar. Dia e noite, noite e dia a mídia do ódio ( ódio... do bem),aplaude. Emprensa aquela que chegou a dizer “despiorar”, sem o famoso “faz-me rir” ,o pissoal bate, bate, bate sem escrúpulos. Como disse, os artistas e intelectualoides, estes, sofrendo com a síndrome de abstinência da Lei Rouanet, vão pra lacrosfera, dão pitis homéricos, xililiques medonhos detonando o Presidente. È gente com PhD e Doutorado, que há muito deixou os escrúpulos acadêmicos e refinamentos tais de lado. Vale tudo... contra Bolsonaro. Se não voltarem ao poder é por que são mais ruins do que aparentam...

PANELINHAS NÃO REPRESENTAM A NAÇÃO PATROCINENSE


Falemos paroquialmente.

Mais um eleição se aproximando e Patrocínio nunca esteve tão, fracionada, divida politicamente. É panelinha A, B, C, D, F... lutando pra subir no pau -de -sebo do poder. O modo como a maioria dos nossos políticos vêem a Nação Patrocinense lembra muito aquela velha lenda da Índia. Diz lá que certo homem levou um elefante para sua vila e durante a noite amarrou-o no estábulo aos fundos de sua casa. Os cidadãos curiosos perceberam que o homem, de fato, tinha posto algo muito grande ali, mas por causa da escuridão não podiam enxergar bem o que era. Cada um voltou e fez uma descrição que pensava estar ali. O primeiro disse: “ É um grande cano”. Ele tinha tocado na tromba do elefante. O segundo voltou dizendo : “ Não é cano. Acho que o homem está com quatro troncos de árvores dentro do estábulo”. Ele tinha engatinhado por entre as quatro pernas do elefante. Outro disse; “Não e não! Há duas grandes folhas penduradas no teto do estábulo” Ele tinha tocado nas orelhas do animal. O último cidadão passou pela porta dos fundos do estábulo e voltou afirmando: “O homem está vendendo corda. ”Ele tinha pegado na cauda do elefante. Só com nascer do sol os homens viram a forma do elefante. Uma parte não é o todo; panelinhas não representam a Nação Patrocinense!


                                                QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?..


Neste contexto, com mais uma eleição a caminho, na falta de articuladores políticos, rangeliano, cabe a pergunta, que faremos, sim! Vê-se muitos movimentos, reuniões, discussões, pré-candidatos. Com a campanha eleitoral reduzida de 90 para 45 dias. O pessoal fica apertado de costura. Mesmo sem oficializar a candidatura, na rua e na rede pode vale visitar hospitais, participar de encontros com lideranças, usar as redes sociais e até lançar pré-programa de governo. Tudo isto vem sendo feito... MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?

Cabe a pergunta, sim! Vê-se muitas estratégias, armações, jogadas, esquemas, feiquinius, entrevistas, tititi, balela, trololó... MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?
Cabe a pergunta, sim! Vê-se muitos buscando apoio, aliados, filiações, cabo eleitoral bom de roda, gente boa de votos, panelinhas são reforçadas; trincheiras eleitorais são erguidas. E tome política ferro e barro... MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?
Cabe a pergunta, sim! Vê-se muitos paladinos, justiceiros, revanches, desforras, ‘bateu levou’...MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?
Cabe a pergunta, sim! Vê-se denúncias, demagogia, marketing pessoal, outdoor, bravatas online, populismo...MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?
Cabe a pergunta, sim! Vê-se muitas fotos, sorrisão, lacração, selfs, lives, Instagram, Twiter, Facebook, tudo bombando, MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?
Eleição não combina com injustiça. Tenhamos em evidência e sobre criteriosa avaliação o trabalho da Deputada Greyce Elias, Zé Vitor, Weliton e Elismar Prado, Bosco Gustavo Santana.. (Mais alguém?).
E ao que tudo indica na esfera estadual teremos pratas da casa: Maria Clara Marra, Gustavo Brasileiro e Marcelo Queiroz.
A se confirmar candidaturas, mas uma coisa pode se afirmar. Nenhuma cidade na região possuem lideranças jovens tão promissora. A se confirmar candidaturas o eleitor patrocinense terá muito trabalho na escolha. Jovens líderes com perfis diferentes, mas com algumas coisas incomuns. Uma delas é a vontade de servir. A outra é o legado familiar. Marra, Brasileiro e Queiroz. Retira de Patrocínio as realizações de Deiró Marra, Silas Brasileiro e Romeu Queiroz e vejamos o cenário que resta. Como os três procederão com seus respectivos legados. Maria, claro, esbanjando potencial, sob o olhar experiente do pai, sem por os pés na vida pública do lado esquerdista da história; Gustavo, reverenciando com orgulho e honra o legado de trabalho, ética e política com princípios do tio; Marcelo, precisa colocar na balança o que foi o pai. Deputado Estadual por três legislaturas, presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) por dois períodos. Homem forte para o governar de Minas.
Cabe a pergunta decisiva, sim! Qual deles pensou, pensa e pensará realmente no FUTURO DE PATROCÍNIO?
ELE CUMPRE COM DIGNIDADE TODOS SEUS PAPÉIS..


Hoje não é a data do aniversário dele, mas quem disse que se deve enaltecer uma pessoa somente em seu níver.

Ele cumpre com dignidade todos os papéis que Deus o escala para fazer..
Eu poderia homenagea- lo como AMIGO.
Ele veio da "Universidade do Tampinha" ( empresário tipógrafo) , para a Serviços Gráfico União, posteriormente, Gráfica A3) passamos trinta anos trabalhando lado a lado na Arte de Gutenberg.
Muito labor, muita produtividade, muito riso e, claro, muito perrengue.
...Posso afirmar que ele estará entre os três primeiros que chegarão para o meu velório e entre os três últimos que me deixarão no "Campo Santo"...
Acho que não preciso falar nada mais...
Poderia homenagea-lo como TRABALHADOR.
Profissional de Offset, ímpar. Colaborador exemplar. Dedicado, caprichoso, comprometido.
Poderia homenagea- lo com ex- CRAQUE de futebol. Jogando o fino da bola.
Poderia homenagea-lo como CIDADÃO, aplicado em seus deveres. Discreto e humilde.
Poderia homenagea- lo como LUTADOR. Afinal, "sete tipo de lutas, fora os pulos esquisitos" que ele pratica, rsrs
Mas quero homenagea- lo mesmo é como PAI.
"Milton, mas a próxima data é 'Dia das Mães' Eu sei. Eu sei. Mas tem Pai, que é Pai e Mãe. E tem Mãe, que é Mãe e Pai.
Eis uma verdade por ai...
Amanda Luísa e Pedro Henrique, sabem que tem um pai, um guia, um amigo, um guerreiro, que move céu e terra por eles..
Talvez ele não seja capa de jornais ou revistas como cidadão exemplar, embora mereça.
Talvez ele não seja nome de logradouro público, apesar de ser digno.
Talvez ele jamais adentre a Câmara Municipal de Patrocínio para receber alguma homenagem, mesmo tendo feito por onde.
Mas pessoas como ele merecem é o "Nobel da Paz". Cumprem com dignidade todos os papéis que Deus o escala para fazer...
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Rola profusamente na rede “elogios” iguais a estes ao Presidente:

"O meu sonho sempre vou matar o Bolsonaro. Eu sempre falei abertamente. Eu quero matar ele. Quero que ele sangre na minha mão. Se liberar, você vai morrer com a própria arma, porque eu vou te matar" (Imagina se este ameaça fosse contra o “cabeça de ovo...chôco?”)
A facada que lhe deram, não lhe matou. Eu sou ex combatente do Exército. E eu tenho vergonha de você, seu moleque. Se a faca do cara não lhe matou, eu vendo tudo que eu tenho, vou a Brasília, e com isso aqui, lhe mata, Satanás”, ( imagina se esta promessa contra o Presidente fosse contra alguém da ditadura/ativismo/terrorismo jurídico/político/midiático?)
Chega. Um Canalha, bandido, bastardo. Te desejo uma morte lenta e dolorosa. E sem redenção, idiota.” ( imagine este desejo fosse contra alguém do poderoso poder?)
Eu não desejo a morte para ninguém por mim pode enterrar o Bolsonaro vivo mesmo” ( É muita bondade no coração, não?
Tem o ódio do bem gratuito ( tipo o Adélio, que o STF, ainda mantém seu celular a sete chaves) e tem o ódio do bem dos mamutes do dinheiro público. Antes de Bolsonaro cada artista podia captar até R$ 60 milhões por ano. Ora, você sabia que 78% da verba da Lei Rouanet ficava concentrada nas mãos de 10% das grandes empresas? A MAMATA ACABOU. Pena de morte para bolsonaro por este crime hediondo.. Ai Gil, Caetano, Daniela Mércure, Ivete, Zé de Abreu, Fernandinha Montenegro, Thaís Araújo, Marieta Severo, destilam ódio... mas é ódio artístico. Olha. Isto se chama farra com o dinheiro público, se você, apoia, não posso fazer nada...

COMO NÃO VOLTARÃO AO PODER. COMO?
É canhão contra formiguinha o tempo todo. Quatro anos de campanha política da canhota, sem cortar fumaça. Agora tá tudo dominado, tudo conchavado, tudo esquematizado, tudo arquitetado, tudo amarradinho. PT, PSB, MDB, PSOL, PSDB, STF, Senado, Câmara Federal, ninguém soltou a mão de ninguém. Imagine quantas reuniões de “vossas excrecências, com vossas excremências” na calada da noite nas mansões de Brasília,“defendendo o povo” com a famosa “conversinha ao pé do ouvido”, arquitetando “o nosso futuro”. Ações com a cobertura, o apoio, o incentivo e a mãozinha do Supremo Fedemal. Tudo começou, com a facada do bem, depois não aceitando o resultado das urnas... atualmente a perseguição tem proporções estratosféricas. “Bolsonarismo” é crime de lesa- pátria. Tinha que ser um presidente peito de aço, mas infelizmente é um homem de carne e osso. O mámore do inferno não esfria. Como governar bem o Brasil neste braseiro infernal. Um exemplinho: Depois do indulto presidencial, Daniel Silveira foi multado em R$ 405 mil pelo super xandão, o ministro do Supremo também determinou desconto em folha de Daniel de 25% do seu salário além do bloqueio de todas as contas bancárias do parlamentar. Dia e noite, noite e dia a mídia do ódio ( ódio... do bem),aplaude. Emprensa aquela que chegou a dizer “despiorar”, sem o famoso “faz-me rir” ,o pissoal bate, bate, bate sem escrúpulos. Como disse, os artistas e intelectualoides, estes, sofrendo com a síndrome de abstinência da Lei Rouanet, vão pra lacrosfera, dão pitis homéricos, xililiques medonhos detonando o Presidente. È gente com PhD e Doutorado, que há muito deixou os escrúpulos acadêmicos e refinamentos tais de lado. Vale tudo... contra Bolsonaro. Se não voltarem ao poder é por que são mais ruins do que aparentam...

PANELINHAS NÃO REPRESENTAM A NAÇÃO PATROCINENSE


Falemos paroquialmente.

Mais um eleição se aproximando e Patrocínio nunca esteve tão, fracionada, divida politicamente. É panelinha A, B, C, D, F... lutando pra subir no pau -de -sebo do poder. O modo como a maioria dos nossos políticos vêem a Nação Patrocinense lembra muito aquela velha lenda da Índia. Diz lá que certo homem levou um elefante para sua vila e durante a noite amarrou-o no estábulo aos fundos de sua casa. Os cidadãos curiosos perceberam que o homem, de fato, tinha posto algo muito grande ali, mas por causa da escuridão não podiam enxergar bem o que era. Cada um voltou e fez uma descrição que pensava estar ali. O primeiro disse: “ É um grande cano”. Ele tinha tocado na tromba do elefante. O segundo voltou dizendo : “ Não é cano. Acho que o homem está com quatro troncos de árvores dentro do estábulo”. Ele tinha engatinhado por entre as quatro pernas do elefante. Outro disse; “Não e não! Há duas grandes folhas penduradas no teto do estábulo” Ele tinha tocado nas orelhas do animal. O último cidadão passou pela porta dos fundos do estábulo e voltou afirmando: “O homem está vendendo corda. ”Ele tinha pegado na cauda do elefante. Só com nascer do sol os homens viram a forma do elefante. Uma parte não é o todo; panelinhas não representam a Nação Patrocinense!


                            QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?..


Neste contexto, com mais uma eleição a caminho, na falta de articuladores políticos, rangeliano, cabe a pergunta, que faremos, sim! Vê-se muitos movimentos, reuniões, discussões, pré-candidatos. Com a campanha eleitoral reduzida de 90 para 45 dias. O pessoal fica apertado de costura. Mesmo sem oficializar a candidatura, na rua e na rede pode vale visitar hospitais, participar de encontros com lideranças, usar as redes sociais e até lançar pré-programa de governo. Tudo isto vem sendo feito... MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?

Cabe a pergunta, sim! Vê-se muitas estratégias, armações, jogadas, esquemas, feiquinius, entrevistas, tititi, balela, trololó... MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?
Cabe a pergunta, sim! Vê-se muitos buscando apoio, aliados, filiações, cabo eleitoral bom de roda, gente boa de votos, panelinhas são reforçadas; trincheiras eleitorais são erguidas. E tome política ferro e barro... MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?
Cabe a pergunta, sim! Vê-se muitos paladinos, justiceiros, revanches, desforras, ‘bateu levou’...MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?
Cabe a pergunta, sim! Vê-se denúncias, demagogia, marketing pessoal, outdoor, bravatas online, populismo...MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?
Cabe a pergunta, sim! Vê-se muitas fotos, sorrisão, lacração, selfs, lives, Instagram, Twiter, Facebook, tudo bombando, MAS a pergunta é: QUEM ESTÁ PENSANDO NO FUTURO DE PATROCÍNIO?
Eleição não combina com injustiça. Tenhamos em evidência e sobre criteriosa avaliação o trabalho da Deputada Greyce Elias, Zé Vitor, Weliton e Elismar Prado, Bosco Gustavo Santana.. (Mais alguém?).
E ao que tudo indica na esfera estadual teremos pratas da casa: Maria Clara Marra, Gustavo Brasileiro e Marcelo Queiroz.
A se confirmar candidaturas, mas uma coisa pode se afirmar. Nenhuma cidade na região possuem lideranças jovens tão promissora. A se confirmar candidaturas o eleitor patrocinense terá muito trabalho na escolha. Jovens líderes com perfis diferentes, mas com algumas coisas incomuns. Uma delas é a vontade de servir. A outra é o legado familiar. Marra, Brasileiro e Queiroz. Retira de Patrocínio as realizações de Deiró Marra, Silas Brasileiro e Romeu Queiroz e vejamos o cenário que resta. Como os três procederão com seus respectivos legados. Maria, claro, esbanjando potencial, sob o olhar experiente do pai, sem por os pés na vida pública do lado esquerdista da história; Gustavo, reverenciando com orgulho e honra o legado de trabalho, ética e política com princípios do tio; Marcelo, precisa colocar na balança o que foi o pai. Deputado Estadual por três legislaturas, presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) por dois períodos. Homem forte para o governar de Minas.
Cabe a pergunta decisiva, sim! Qual deles pensou, pensa e pensará realmente no FUTURO DE PATROCÍNIO?

Foto: Johannes Kirchherr | Pixabay 



Prestação de Contas
. Todo órgão público tem a obrigação legal e moral de fazê-la. Seja do Executivo, Legislativo ou Judiciário. Seja órgão público pertencente a qualquer nível (federal, estadual ou municipal). Essa prestação de contas é dever, é ato compulsório. Isso devido à soberana regra: todos os órgãos públicos são custeados, são mantidos, pelos impostos e taxas pagas pelo cidadão. Por isso, cada órgão público tem que estar sempre prestando o seu serviço específico para o cidadão comum. Um tipo de prestação de contas muito usual é o que cada município e o Estado fazem: prestar contas ao Tribunal de Contas do Estado–TCE. Como exemplo de prestação de contas, numa linguagem bem simples, a utilização do aplicativo (para celular e computador), denominado Lupa de Minas do TCE-MG, revela o perfil administrativo dos 853 municípios mineiros. Patrocínio, pela sua importância e prosperidade, é um bom começo analítico.

O QUE É O LUPA DE MINAS – É um aplicativo gratuito do TCE-MG, lançado em 2019. É a nova ferramenta para acompanhar as administrações municipais, com informações dos próprios gestores, prestadas ao TCE, desde 2016. O cidadão, em seu celular, vê Receitas e Despesas dos setores Saúde, Educação e Obras, dentre outras informações. A apresentação dos valores é lúdica e objetiva.

SAÚDE ESTÁ BEM – Em 2021, a Prefeitura aplicou 21,9% em Saúde. O mínimo estabelecido em lei é de 15%. Portanto, Patrocínio gastou com Saúde, quase 7% a mais. Em reais, R$ 46 milhões (o mínimo exigido é de R$ 31,6 milhões). Assim, quase R$ 15 milhões a mais do que o mínimo legal. Daí, palmas para a Administração Municipal. Gasto com Saúde é plenamente investimento.

OS MAIORES INVESTIMENTOS EM SAÚDE – O grupo “Assistência Hospitalar e Ambulatorial”, onde estão as despesas geradas pelo Pronto Socorro e Unidades de Saúde, principalmente, gastou R$ 21,6 milhões (do total de R$ 46 milhões). Vacinação, mesmo com as vacinas disponibilizadas (doadas) pelos governos Estadual e União, gerou despesa de quase R$ 1 milhão para a Prefeitura. E o grupo “Serviços de Saúde” (tratamentos, etc.) consumiu R$ 12,3 milhões. A Prefeitura ainda executou financeiramente R$ 1,7 milhão em aquisição de medicamentos classificados no grupo “Suporte Profilático e Terapêutico”.

BOM REGISTRO – Segundo o TCE, a Prefeitura conta com 17 profissionais da Saúde de ensino médio e 175 profissionais de nível superior. É a “tropa de elite” contra (qualquer) a doença da população. Mais palmas...

EDUCAÇÃO PRECISA MELHORAR – Em 2021, o Município gastou R$ 48,1 milhões com o Ensino, segundo a Lupa do TCE. É um valor alto, porém aquém do mínimo estipulado pela lei (no caso de Patrocínio, R$ 53,7 milhões). Em percentuais, cada município tem que gastar no mínimo com Educação 25% das Receitas de Impostos e transferências de recursos obrigatórias na Educação. Patrocínio registrou o gasto (informado pela própria Prefeitura) de 22,4%. Na Lupa do TCE está vermelho. Está devendo. Está insuficiente.

PRINCIPAIS GASTOS COM EDUCAÇÃO – O Transporte Escolar custou, em 2021, R$ 9,7 milhões para os cofres municipais. Quase R$ 30 milhões (R$ 29,9 milhões) custou a Administração Escolar (professores e gestão das escolas). De acordo com a Lupa, faltam algumas informações setoriais da Educação (tipo IDEB – Ensino Básico e número de alunos matriculados) Sobretudo, com referência a 2021. Em 2022, não há nenhum dado informado.

A BOA RECEITA MUNICIPAL – Em 2021, a Receita Prevista foi de R$ 487,2 milhões, todavia foi arrecadada R$ 412 milhões (a Pandemia afetou um pouco a arrecadação). A Prefeitura arrecadou R$ 351 milhões, o IPSEM (Instituto de Previdência dos Servidores Municipais) quase R$ 39 milhões e o DAEPA pouco mais de R$ 22 milhões.

DO LADO DA DESPESA – Foram gastos R$ 363 milhões, distribuídos na Prefeitura (R$ 294 milhões), DAEPA (R$ 22 milhões), IPSEM (R$ 19 milhões) e Câmara Municipal R$ 8 milhões (R$ 7.808.689,00 exatos).

PESSOAL – Há 4.786 servidores e contratados, 396 aposentados e 272 pensionistas. Em resumo, o Município é o patrão de 5.454 servidores. Equivalente à população de uma cidade muito pequena.

PATROCÍNIO LUTOU BEM CONTRA A COVID-19 – Em termos de casos, segundo a Lupa do TCE, em 12/4/2022, houve 14.693 casos confirmados e 14.431 recuperados. Conforme o Maisumonline divulgou nessa semana, esses números, hoje, estão levemente superiores. O Município aplicou 121.822 vacinas. Com 262 óbitos, Patrocínio posicionou-se 44º lugar em Minas. Posição considerada padrão normal no contexto da pandemia. A Prefeitura gastou R$ 18.7 milhões no combate ao Coronavírus. Essas despesas, esses recursos, destinaram-se à Santa Casa, ao Pronto Socorro, oxigênio e aos profissionais na linha de frente, dentre outras despesas.

ENFIM – Vale a pena consultar o Lupa de Minas. É fácil. E é até gostosa de ver a informação.

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