No fim dos anos 1960 eramos uma turma que levava o almoço para alguns dos funcionários do Frigorífico Dourados — que chamávamos charqueada —, uma grande empresa de Patrocínio, do senhor Jorge Elias Abrão.

As 9h da manhã, de segunda a sexta, íamos recolhendo os caldeirões com o almoço (não eram marmitas, mais à frente você vai entender porque). O Kim, o João, o Arnaldo da dona Selvita e eu. Todos garotos do Alto da Estação (hoje, bairro São Judas), por volta de 11 anos cada. Eu estudava no Grupo Escolar João Beraldo.

Aquela era uma forma de conseguirmos um dinheiro para irmos às matinés de domingo no Cine Patrocínio e comprarmos os gibis do Zorro, Tarzan e Fantasma — que depois trocávamos na porta do cinema.

Hoje, é inadmissível ver uma criança de 11 anos trabalhando (e é bom que seja assim), mas na época não tinha esse tipo de problema. E os pais até gostavam, pois era uma forma de conseguirmos algum dinheiro, visto que todos os pais ali eram pobres.

Aliás, o de melhor situação era o meu pai, Júlio Carteiro, que era funcionário federal. Ele trabalhava nos Correios, vindo da ferrovia, Rede Ferroviária Federal, de onde fora transferido depois de um problema de saúde. Meu pai tinha umas 10 vacas paridas (o que nos dava o leite), umas galinhas, criava porcos (para a gordura e a carne), tinha uma horta com fartura no quintal lá de casa e um caminhão Chevrolet 1949, que transportava lenha que ele vendia para a vizinhança e as padarias de cidade.

Então, saíamos por volta das 9h para pegarmos os caldeirões. Cada um pegava no máximo quatro. Eles eram colocados, cada um caldeirão em seu bornal (uma sacola de pano, com alça longa, que carregávamos a tiracolo com provisões).

Iamos pela estrada de terra — hoje a estrada do aeroporto — onde descansávamos embaixo de jatobá que ficava exatamente onde é o acesso ao parque industrial do Córrego Feio. E quando era época de frutificação das plantas silvestres, colhíamos gabiroba, araçá e mamacadela. Tudo no caminho da charqueada.

Quando chegávamos ao frigorífico, entregávamos os caldeirões para os responsáveis pela cozinha. Eles iam esquentar o almoço, colocando os caldeirões em banho maria num grande fogão de lenha, juntando aos outros mais 100, 200 caldeirões, não sei ao certo quantos eram os funcionários daquele setor.

Depois voltávamos, sempre a pé, quando não conseguíamos carona de algum caminhão boiadeiro.

Minha infância foi feliz, apesar das dificuldades. Hoje, olho para trás e vejo como mudou a vida e os hábitos das pessoas. Estão mais ligadas à internet e redes sociais. Só uma coisa não mudou: as pessoas continuam entregando marmitas, os peões ainda trabalham como antes — talvez mais — pelo mesmo salário e as crianças pobres ainda tem muitas dificuldades, talvez até mais que as da minha geração.

Conferência. A que se refere sobre o desenvolvimento sustentável desperta a atenção. Sobretudo, quando o Triângulo Mineiro e, especificamente, a região de Patrocínio, são focalizados. O IDSC (Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades) é a referência (o medidor). Ele é formado por 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e cada ODS tem diversos indicadores de desempenho. A pontuação de qualquer município é de 0 (zero) a 100 (não confundir com percentual). Diretrizes da ONU, utilização de informações oficiais, assim é o IDSC, uma boa ferramenta para a gestão pública. Na avaliação atual dos 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) de Patrocínio, 3 são bons, 6 regulares e 8 classificados com “há grandes desafios”. Ou seja, nesses 8, têm fragilidades, necessitando de ajustes para, na realidade, se ter o desenvolvimento sustentável. Neste minifúndio, já foram focalizados os bons e regulares de Patrocínio. Agora é a vez dos 8 ODS, que merecem alerta e maiores cuidados. 

ODS 1: FALTAM ÁRVORES DEMAIS... – Depois do IBGE, agora é a vez do MapBiomas (entidade que monitora o solo brasileiro), registrar a carência do verde no município. A taxa de formações florestais naturais por habitante de Patrocínio é baixíssima. Deveria ser igual a 26, mas em 2020 teve o índice igual a 3. O Ministério do Meio Ambiente afirma que há pouquíssimas unidades de conservação de proteção integral e uso sustentável. O índice mínimo é 28,6, porém Patrocínio só alcançou 0,02. Nesse ODS chamado de “Proteger a Vida Terrestre”, há esses dois péssimos indicadores e um bem positivo (financiamento da proteção ambiental).

ODS 2: CLIMA AFETADO, POLUIÇÃO PRESENTE – Quatro indicadores formam o ODS “Ação Climática”. O indicador “Emissões de CO2 e CO2e per capita” tem que ser no máximo 2, mas o índice patrocinense é 8,6, segundo o Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Esse indicador é o gás carbônico e o aquecimento global. Já o indicador “Percentual do município desflorestado”, conforme o MapBiomas, foi de 0,79. Deveria ser no máximo 0,05. Portanto, o desflorestamento foi 15 vezes maior do que o tolerável. Os outros dois indicadores estão melhorando, entretanto distantes do ideal: queimadas no Município e estratégias para prevenção a desastres naturais.

ODS 3: INEXISTE AGRICULTURA ORGÂNICA – “Erradicar a Fome”, ou seja, Fome Zero e Agricultura Sustentável, é o nome desse ODS. São cinco indicadores. Dois com nível tolerável (Baixo Peso ao Nascer e Desnutrição Infantil). E cinco aquém do desejável: Obesidade Infantil (segundo o Datasus, há o dobro), Produtores de Agricultura Familiar (só 1/5 das unidades agrícolas tem) e Estabelecimentos que Praticam Agricultura Orgânica. Nesse caso, o IBGE informa que tão somente 0,04% das unidades agrícolas de Patrocínio dedicam à agricultura orgânica (a saudável). O mínimo é 7%. Portanto, muito longe do ideal. O orgânico é desconhecido por aqui.

ODS 4: MULHER EM PLENA DESVANTAGEM – Até a taxa de feminicídio é alta. Em 2019, morreram cerca de 12 mulheres nessa situação. Palavra do Datasus. No máximo, poderia tolerar uma estatisticamente. Segundo o IBGE, as mulheres têm o rendimento médio real (inclusive salário) menor do que o dos homens. Também há mais mulheres que não estudam nem trabalham, entre 15 e 24 anos de idade. Mais de 25% assim estão. Deveria ser no máximo 20%. Até o percentual na Câmara Municipal deveria ser 50% de mulheres (vereadoras). Em 2020, o TSE registrou 26% de vereadoras e 74% de vereadores. Esse ODS chama-se “Igualdade de Gênero”. Ele tem cinco indicadores, descritos acima, onde quatro são ruins e um tolerável para as mulheres (esse é o da faixa de 15 a 24 anos).

ODS 5: DESIGUALDADES DE CABO A RABO – Há 10 indicadores nesse ODS. Patrocínio está excelente em dois. E dois da Saúde: “Acesso (fácil) à unidade da Atenção Básica (UBS)” e “Mortalidade Infantil” (muito abaixo do mínimo). Em oito, tem muita coisa a considerar. Os mais pobres deveriam ter 10% da renda municipal. Entretanto, detém apenas 4,7%. Em cada casa, há concentração de renda domiciliar (salários, lucros, juros e aluguéis). O ideal é melhor distribuição da renda. Na adolescência, há mais nascimentos vivos de negros do que não negros (Datasus). O ideal é a igualdade. Por falar em raça, nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, há distorção (negativa) entre negros e não negros. O Datasus registrou três vezes mais homicídios de negros do que de não negros. Por fim, o rendimento médio real do negro é bem menor do que do não negro. O ideal seria a proximidade. E a população LGBTQI sofre violência quatro vezes mais do que a referência estatística. Tudo isso é o ODS “Reduzir as Desigualdades”.

ODS 6: NÚMERO ABSURDO DE CRIMES – “Paz, Justiça e Instituições Eficazes” é o nome desse ODS que diz tudo a respeito do desenvolvimento social. Ele é composto por sete indicadores. Em Patrocínio, de acordo com o IDSC, do Instituto Cidades Sustentáveis, quatro estão em níveis intoleráveis e três carecem de melhoria. O indicador “Homicídio Juvenil”, embora em queda, mostra cerca de 25 mortes por homicídio, entre jovens de 15 a 29 anos, em 2019. O tolerável só como referência, seria um jovem de dois em dois anos. Ainda conforme o Datasus, aproximadamente 10 pessoas morreram por agressão, em 2019. E, 05 pessoas foram assassinadas por armas de fogo. Esse índice em queda, todavia bem afastado do índice de referência. Da mesma maneira, a taxa de homicídio em Patrocínio é alta. Felizmente, em queda, mas muito distante da tal referência (se é que se pode falar em “ideal” quando se trata de homicídio). O “esperado” é uma pessoa por ano, porém em 2019 foram cerca de 10 homicídios. No que se refere às instituições públicas, segundo o IBGE, o indicador “Grau de Estruturação da Política de Controle Interno e Combate à Corrupção” atingiu 71%. O normal é 80%. E no indicador “Grau de Estruturação das Políticas de Direitos Humanos” o resultado foi 57%. O mínimo é grau 80%. Portanto, paz e justiça estão em falta.

ODS 7: LIXO RECICLÁVEL NÃO APROVEITADO – “Consumo e Produção Responsáveis” é o ODS formado por três indicadores, onde um é bom em Patrocínio e dois não. Os números são do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento). Começando pelo bom, denominado “Resíduos Domiciliares Per Capita” tem-se quase 1.000 quilos por habitante em 2020. Ótimo, pois Patrocínio poderia chegar até a 1 tonelada e meia, dentro da absoluta normalidade. Já os indicadores “Recuperação de Resíduos Sólidos Coletados Seletivamente” e “População atendida com Coleta Seletiva” não são favoráveis. A recuperação teria que ser, no mínimo 25%. Deu o pífio 1,4%. Portanto, não existe recuperação do lixo no Município. Já a coleta seletiva encontra-se em ritmo crescente (31% em 2020). Contudo, o ideal é 70% da população. Então, ainda distante.

ODS 8: MELHORES VENCEM OS PIORES – “Educação de Qualidade” é constituído por 18 indicadores. São 8 “muito bom”, 7 “mediano” e 3 “crítico”. Dentre os bons estão acesso à internet, IDEB, professores com nível superior e sucesso na Prova Brasil (do MEC). Já nos medianos, que precisam de melhorias, estão em escolas mais adequadas para pessoas com deficiência, e, melhor razão entre número de alunos e professores no Fundamental. Entre os 3 piores, está o número de centros culturais, espaços e casas de cultura, públicos e privados. Em 2018, havia 7. Mas, o correto seria 35. Daí, é corretíssimo dizer que Patrocínio necessita de mais cultura. Mais cullllturaa.

CONCLUSÃO – Esta “conferência”, entre escritor e leitores, destina-se sobre ideias, problemas, inovações e aspectos positivos que envolvem o Desenvolvimento Sustentável.

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Muito se fala da excelente gestão do Governo Deiró Marra. Ele se preparou para isto. Advogado, empresário, agricultor, jamais disfarçou, que ser prefeito de Patrocínio, era seu grande projeto de vida. Tanto que já se candidatou três vezes ao cargo. Acaba de ser posicionado entre os três melhores prefeitos do alto Triangulo Norte e Alto Paranaíba.

Quanto formou seu governo, 2016, confesso que olhei a lista meu ressabiado. Somente pessoas que estiveram ao seu lado, lhe assessorando enquanto deputado ou durante a campanha eleitoral. E quando puxou alguns vereadores para o cargo de secretário, também não concordei.

Queimaram a minha língua bonitinho. Acabou formando um governo de pessoas leais a ele e competentes dentro de suas atribuições. Poucas baixas e quase não houve remanejamentos. Acaba de ser posicionado entre “os três melhores prefeitos do alto Triângulo Norte e Alto Paranaíba”. Mas gosto de falar é de equipe. Ele manda; eles fazem.

Vamos ao entourage administrativo de Deiró Marra, claro, do nosso capo visual:

VICE- PREFEITO


HUMBERTO DONIZETE FERREIRA- BEBÉ. Também, pode ser chamado de vice- perfeito. Homem público talhado para grandes missões. Advogado e administrador de empresas, Vereador por quatro mandatos consecutivos. Enquanto Presidente do Legislativo, teve peito para construir o novo complexo da Câmara, demanda de muitos anos. Enquanto Secretário de Saúde, deu início a construção do novo Pronto Socorro. Perdeu um filho precocemente, fez dessa dor cruciante uma matéria- prima para servir melhor. Lembro de sua esposa, Neusinha, dizendo num pacto familiar: “ Se não for para honrar a memória do nosso filho a gente não vai continuar nesse meio político” . Bebé e Neuzinha não decepcionaram.

Penso que deveria ser mais aproveitado, mais acionado, mais ouvido pelo governo Deiró, que é muito centralizador.

Bebé tem tirado nota dez no cargo de vice. Sempre fiel ao lado do governo, humano, humilde, solidário, competente, sensato, coerente. Ali, na retaguarda, estritamente dentro de suas atribuições de vice, sempre leal ao Prefeito. Excelente vice, será sempre um excelente prefeito.

SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE



LUIZ EDUARDO SALOMÃO. 
Dois anos e três meses á frente de uma das pastas mais desafiadora da administração. Esse moço tem sido um baluarte na gestão saúde pública em Patrocínio ( claro, com toda sua equipe) Merece o reconhecimento, o respeito e a gratidão de toda população pelo bom serviço prestado até aqui... Na travessia da pandemia, enquanto construía o melhor Pronto Socorro da Região...

O momento mais desafiante, mais angustiante, mais turbulento. É jogo de vida ou morte. Era tudo pra ontem. L. E. S. não furou a fila da vacina, não tirou o corpo da batalha. Lembrando que Patrocínio foi a primeira cidade do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro a ter o primeiro caso de Coronavil. Teve, por diversas vezes, 100% de ocupação em UTI; Luta de vida ou morte. Precisou remover pacientes para cidades vizinhas. Foi terrivelmente estressante, para as autoridades de saúde, montando estruturas, tomando decisões para ontem:

" Enquanto tiver um fio de cabelo em minha cabeça e uma gota de sangue em minhas veias lutarei, para que ninguém morra por falta de atendimento em Patrocínio".

Hoje, pode ser visto com a barba grisalha, alguns quilos a menos, alguns fios de cabelos a menos, mas a certeza que tem dado o seu melhor como soldado de frente do Governo Deiró.

A SECRETARIA DE TODOS OS ESPORTES



Mauro Henrique Nogueira- O MAURINHO, titular da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. Para alguns, ele é o queridinho do Deiró. Nada disto. Se ele não surpreendesse entregando resultados positivos, já tinham botado o moço pra correr. Primeiro ele gosta do que faz. Com uma equipe competente, faz acontecer. Com pasta de baixo orçamento, não cruza os braços, vai pra cima com projetos inovadores. em prestado apoio ao Aeromodelismo, Airsoft, Kart, Mountain Bike, Trilha Off-Road, Skate, corrida, Futebol profissional, amador, rural, salonismo...

Há que se destacar a realização da 70ª edição da Corrida Internacional da Fogueira, que contou com a participação de quase 300 atletas, oriundos de diversas partes do país para abrilhantar o grande evento.

E o que tacada de estre a realização do “Projeto Mais Esportes”. Um projeto social de acesso á vida através do esporte. Este projeto vibrante mobiliza a cidade e distritos, como uma oportunidade de ascensão social e profissional.

Como fruto desdobramento do “Mais Esportes” a realização da primeira “ Patrocup 2022” - Copa Patrocínio de Futebol Jr. Evento que reuniu cerca dois mil atletas das categorias sub10 ao sub18, de 88 equipes de diversas partes do Brasil. Foram disputados mais de 200 partidas, com a presença de olheiros do Corinthians , Cruzeiro, Internacional, Fluminense e claro, do CAP. (Aliás, com este estilo bola pra frente, meu sonho é que um dia MHN, venha presidir nosso Timão Grená). Que cuida dos nossos jovens, cuida do futuro de nossa cidade, Maurinho vem fazendo isto muito bem.

OBRAS PRA TODO LADO”

Quem não ouviu esta frase acima. A Secretaria Municipal de Obras Públicas (SEMOP), tem como titular Welington Rodrigo Fernandes- Mamazão. ” Fazendo joinha com o bom ex- Vereador Joel do Sindicato. Contando com este substancioso apoio, Mamazão, foi eleito como o segundo vereador mais votado da história de Patrocínio com expressivos 2.373 votos. Quando puxaram ele para o executivo, ainda mais substituindo Jorge Marra, pensei, “vão queimar o moço” Queimou foi minha língua. Caboclo bom de trampo está ai. Além de Pronto Socorro, Av. João Alves do Nascimento, Unidade de Saúde Jardim Sul, Praça da Saúde Boa Esperança, Av. Astolfo Mendes, A quadra da APAE, novo Centro de Educação Infantil, estádio Carajás, Cidade limpa, estradas rurais bem conservadas... Muita serenidade, muito compromisso, muito aguerrido, pode ter certeza, uma brilhante equipe de trabalho na sua retaguarda. Gente que cuida bem da cidade e da zona rural

SECRETÁRIO QUE PASSA SEGURANÇA



Para falar em “ Cuidadores da Cidade do Governo Deiró”, não pode faltar ele: Dr Danilo Pereira (na foto, de gravata). Literalmente cuidando da cidade. O Secretário de Segurança, trânsito e transportes do município trocou a roda do carro em movimento, assumiu a pasta deu sequência ao trabalho de Alcides Dornelas, mas a exemplo do Secretário de Saúde, também foi desafiado no seu limite. Não fugiu da raia. Foi presente e firme. O moço, saiu a campo, fazendo cumprir com rigor os Decretos Municipais que foram se sucedendo. Foi determinado e determinante. Muita gente pensava que a peste global era uma brincadeira. De início uma força - tarefa em parceria com fiscais das secretarias de saúde, vigilância sanitária e com apoio da Polícia Militar, além de inúmeras aglomerações clandestinas, teve de fechar bares, lanchonetes e até uma boate, foi interditada. Graças a Deus, isto é passado as fica registrando seu trabalho de pulso. Temos uma cidade bem sinalizada, o Projeto Olho Vivo, sistema de  projeto de videomonitoramento espalhado pela cidade, é uma revolução no combate ao crime. A SESTRAN também lançou com muito sucesso o projeto “Semeando Campeões” que tem como objetivo aproximar a mesma da comunidade, gerando segurança e inclusão social para crianças e adolescentes. Eis um Secretário que passa segurança.
Danilo, significa: "Deus é o meu juiz" Precisa dizer mais...

Em outra oportunidade vamos discorrer sobre o bom trabalho de Osvaldo Rodrigues Ferreira, Secretário Municipal de Agricultura, Pecuária e Infraestrutura Rural;Secretário de Educação, Emerson Caixeta, ( Trabalho pós Rodrigo) e Maria Aparecida Palucci, SECRETÁRIA Municipal de Cultura e Turismo.

UM SUPER SUPERINTENDENTE


RODRIGO DE OLIVEIRA, assumiu a diretoria executiva do Procon Municipal em 03/02/22, portanto menos de 06 meses, mas é sem sombra de dúvida, o maior destaque do Governo Deiró, neste 2022.

Lembrando que um grupo inconformado com sua (boa) atuação, “barulhou com mimimis e picuinhas” o prefeito até ver ele afastado como Secretário da Educação do Município. Fizeram festa com foguetório e buzinaço, quando saiu seu afastamento do cargo. Verdade seja dita. Muito do que se colhe naquela secretaria ainda hoje, foi fruto de seu trabalho.

Mas, Deiró me provou que não deixa um companheiro de primeira pra trás. Anunciou em público que o Rodrigo de Oliveira, seria o Novo Superintendente do Procon Municipal. Na oportunidade, Deiró, diante das câmeras, demostrou todo apoio e confiança no trabalho de Oliveira. Para tanto prometeu todo suporte jurídico, administrativo e técnico. “Um marco divisor na prestação de atendimento aos nossos consumidores no município” disse diante das câmeras, (Por trás não sei se cumpriu)

O prefeito não vai falar, mas garanto que foi surpreendido com o bom desempenho de Rodrigo frente ao órgão. O moço se agigantou no cargo. Com uma equipe reduzida mas competente. Muitas orientações, esclarecimentos, Intensa pesquisa de preço de combustível, cesta básica, carne, gás de cozinha, leite, hortifruti. Redução do tempo de espera nos bancos, cartilha sobre golpe de empréstimos aplicados na cidade. Notificação aos super e hipermercados de Patrocínio, quanto a cobrança de sacolinhas biodegradáveis, também notificação a estes estabelecimentos quanto a lei de carrinhos para pessoas portadoras de necessidades especiais, rodada de diálogo com gerentes bancários acertando o melhor horário de funcionamento das agências, dispositivos para retirada de senha nas casa lotéricas. O Governo de Minas Gerais anuncia nova redução do "ICMS" no etanol, o Procon botou os postos pra cumprir a regulamentação. Sempre orientando ao consumidor para solicitar o cupom fiscal, sem ele nada se faz na “casa do consumidor”

E mais recentemente o Procon, em ação conjunta com a Polícia Civil, realizaram uma apreensão de 452 caixas de sabão Omo, grosseiramente falsificado.

Além de grande comunicador, Rodrigo tem livre trânsito em todos os veículos de informação da cidade. Suas boas ações são divulgadas em bom tom por todos. Ele floresce onde estiver plantado.


Foto: Luiz Antônio Costa|Rede Hoje



Sustentável. É o desenvolvimento desejável. É o temático para este minifúndio agora. Com metodologia da ONU, o Instituto Cidades Sustentáveis criou o IDSC (Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades). Por ele, Patrocínio posiciona-se em 84º lugar em Minas e 12º lugar na região Triângulo (incluindo o Alto Paranaíba). A sua pontuação é de 54,81. Para se ter essa classificação foram analisadas 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), onde há mais de 100 indicadores, obtidos em fontes oficiais. Patrocínio, dentre os 17 ODS, está muito bem em 3, mais ou menos em 6 e “devendo” algo em 9. Os 3 bons (energia, esgoto tratado e boa infraestrutura para indústrias) já foram apresentadas. Nessa edição, será a vez da “turma” dos seis ODS com desempenho médio. Ora bom, ora não.

ÁGUA: OK! – Um ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) quase perfeito é “Água Potável e Saneamento”. Nos cinco indicadores desse ODS, quatro são muito bons: população atendida com água e com esgotamento sanitário, há coleta domiciliar de resíduos sólidos e número muito baixo de internações hospitalares por falta de saneamento. Por isso, positividade para o Daepa e Prefeitura. O quinto indicador, entretanto, merece atenção do Daepa. É a “Perda de Água”. Segundo o SNIS (Sistema Nacional de Informações de Saneamento), Patrocínio deveria ter atingido o índice de até 12,1 no máximo. Porém, em 2020, o índice de perda chegou a 38,3. Assim, é prudente reduzir as perdas de água na distribuição de água na cidade.

SAÚDE BEM, MAS... PODE MELHORAR MAIS – O segundo ODS “Saúde e Bem-Estar” é medido por 17 indicadores, dentre os quais 6 estão em estágio excelente, 8 merecem atenção e 3 estão com nível de alerta ligado (mortalidade por suicídio, população atendida pela Saúde da Família e número de UBS – Unidade Básica de Saúde). A fonte é o Datasus. Os seis indicadores que merecem aplauso são quatro que envolvem a saúde infantil (baixa mortalidade), a baixa mortalidade por Aids, e, a reduzida taxa de hepatite ABC.

Clker Free Vector Images | Pixabay 

AINDA TEM POBRE NO MUNICÍPIO
– O terceiro ODS que Patrocínio tem “mais ou menos” é a “Erradicação da Pobreza”. Esse ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) é formado por 4 indicadores. Um está bom, que é o percentual da população com renda de até 1/4 do salário mínimo (R$ 300,00). Tem pouca gente nessa situação. Dois indicadores são modestos (Famílias inscritas no Cadastro Único para programas sociais, e, percentual de pessoas que recebem Bolsa Família). Mas, o indicador nº 4 merece muita atenção. O índice 45,6 mostra que tem significativa quantidade de pessoas abaixo da linha de pobreza, mesmo após o Bolsa Família.

NEM RUIM, NEM ÓTIMO: TRABALHO E CRESCIMENTO – O quarto ODS “mais ou menos” é “Trabalho Decente e Crescimento Econômico”. Ele é composto por 6 indicadores regulares. O que mais preocupa é o Desemprego, segundo o IBGE. Patrocínio está um pouco acima da taxa mínima de referência. No meio de jovens entre 15 e 29 anos piora a situação. Ainda tem mais dois indicadores sobre o desemprego com desempenho também regular. O indicador nº 5 PIB per capita (produção média por pessoa) felizmente tem crescido nos últimos dez anos. Entretanto, o seu valor de quase R$ 32 mil por pessoa no ano (todo) está um pouco aquém do mínimo ideal, que é R$ 38 mil. Por isso, o PIB per capita de Patrocínio é satisfatório “médio” ou “mais ou menos”. O indicador nº 6 indica que tem um percentual de jovens de 15 a 24 anos de idade que não estudam nem trabalham (daí, pode estimular a marginalidade). Portanto, considerando esses 6 indicadores, o ODS “Trabalho e Crescimento Econômico” não tem extremo negativo, porém precisa evoluir breve.

A POPULAÇÃO E A CIDADE – O quinto ODS desse grupo “mais ou menos” é denominado “Cidades e Comunidades Sustentáveis”. São 5 indicadores. Em dois, Patrocínio dá show: População residente em aglomerados (favelas) e Domicílios em Favelas. Como não há esse tipo de moradia no Município não há o que dizer. Só aplaudir. O terceiro indicador apresenta se a população de baixa renda gasta mais de uma hora para ir ao trabalho. Nesse quesito, há cidadãos patrocinenses dessa categoria, em número superior ao número máximo da população (pobre) desejável, que é submetida ao deslocamento de mais de uma hora. Em outras palavras, há poucas pessoas nessa situação, mas há número superior à referência. O indicador nº 4 e nº 5 indicam maior atenção: Mortes no Trânsito e Equipamentos Esportivos. O primeiro deveria ter no máximo 7 pessoas ao ano (índice 6,8). Patrocínio teve 23 (índice 22,96). O índice considera por 100 mil habitantes. Conclusão: há muita morte no trânsito. Ainda nesse contexto de 100 mil habitantes, a cidade teve o índice 12,2 para número de equipamentos públicos de esporte, embora o melhor seria índice 28,6. Então, há deficiência nesse quesito esportivo.

A CORRIGIR – A informação é do SICONFI. Patrocínio encontra-se no patamar médio no sexto ODS, que é “Parcerias para a Implementação dos Objetivos (ODS)”. Há dois indicadores: “Investimento Público e Valor de Receitas Arrecadadas”. Como em 2016 a 2019, Patrocínio teve ótimo desempenho, porém, em 2020 caiu muito. Portanto, isso demonstra provável erro contábil no SICONFI.

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Lembram deste buraco na BR 365, que desafiava autoridades municipais, estaduais e federais do executivo, legislativo e judiciário? Eureca! Então, finalmente, não somente a cratera, mas todo entorno foi recuperado.

Bom. Agora, via de regara, surge os " papais da criança bonita"

Sim, foi a Prefeitura de Patrocínio , através da secretaria de obras, muita gente, porém lutou para tampar este buraco vergonhoso, inclusive, temos de registrar o empenho do vereador Balila.

Mas vamos fazer justiça, ninguém, correu mais atrás do que o Presidente da Câmara Municipal de Patrocínio, Valtinho do Jandaia - o moço que usa o uniforme da Câmara como se fosse uma roupa de gala. Ele não somente compõe mesa nobre, com ele não tem recesso parlamentar, não tem, fim de semana e feriado, sua presença e firme e garantida. Com ele não tem tempo ruim. Voluntários em várias causas sociais, sempre, humilde no meio do povo. Neste caso especificamente ele foi incansável.

A propósito, que o próximo Presidente da Mesa Diretora seja o vereador Leandro Caixeta, tem todo perfil e muita competência para o cargo, mas, o Presidente Valtinho, será sempre um exemplo a ser seguido.

Que outros exaltam deputado fulano, o parlamentar beltrano, denit, Deiró, Mamazão e sei lá mais quem ( Que eu tirei esta foto do buraco da vergonha tem 01 mês e 12 dias. Uma buracracia dos infernos pra resolver, coisa de um dia).

Aqui só exaltarei, por justiça, o incansável Valtinho!

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A seguir, uma cronicazinha sem contraindicação, pode ser?

BUQUEIRÃO AND PIRAPITINGA..



O STF me deu 20 dias para explicar essa imagem kkk. Praquela corja de velhaco, caterva de safado eu não explico nadica de nadinha.. Eles que vão procurar um lote pra capinar...

Mas para vocês, meus diletos amigos, com meu respeito e toda afetividade de minha alma, eu explico oncotô.

Não é o "Velho do Rio", nem o "Luva de Pedreiro", muito menos, uma cena de Tarzan, com excesso roupa...sou eu, gente.

Atendendo ao convite, dos meus cunhados Hirley Borges e Carlos Henrique, fomos conhecer as cercanias do Buqueirão e Pirapitinga. Conhecer que eu falo e embrenhar nas matas, ribanceiras e afins. "Programa de índio"

"Vamos lembrar nosso tempo de menino" era a proposta atraente um domingo à tarde. Eles nascidos lá pras bandas de Patos ; eu na minha Barra do Salitre ( gente não nasci em Salitre de Minas, nem Serra do Salitre; nasci em Barra do Salitre).

Sul do município lá vamos nós. Estrada de terra, uma espécie de 365, sem os buracos. Bota poeira nisto cruzar com uma condição, era uma nuvem marrom que encobria tudo por um bom tempo.

Curvas de dar inveja ao circuito de fórmula 1. Mata burro, pontes. O tanque do "burrinho" estava cheio. "Abasteci pra gente rodar mesmo" disse meu cunhado, Hirlei, morador de Uberlândia, mas caminhoneiro que corta o país de ponta a ponta.

Não conhecia estas localidades por nome Buqueirão e Pirapitinga.

Quantas Fazendas bonitas, gado bem cuidado, lavouras produtivas, mas não paramos em nenhuma, por não conhecer ninguém por ali.

Iríamos pescar, mas pescar de rede. "Como fazíamos quando éramos crianças" Ele, eu não. Fui de gaiato no rolê rural.

Percorremos riachos, regatos e ribeirão, tentando pescar. Só dava lambarizinho, piabinha e cambéva que automaticamente eram soltos...

Vamos curtir a paisagem por que não é nosso dia, insistia, eu, na verdade com medo de deparar com uma caninana ou jaracuçu naquelas locas ribeirinhas.

Rio Santo Antônio, percorremos muito de suas margens e seu leito. O marulho de suas águas enternece a alma. Jorra poesia no perpassar de suas correntes d'águas que vai dando boas- vindas aos afluentes.

Vamos voltar para uma pesca de anzol.

Rio Pirapitinga, água límpida, cristalina. Carros e motos estacionados falam de seus atrativos.

Leito e margem adornada de pedras bem lavadas e frias.

Fraguei meu cunhado Carlinhos, de olhos fechados, próximo a uma cachoeira. Pensei que meditava. Perguntei o que fazia. Com seu ouvido musical, estava separando as notas musicais. Por sua sugestão, notei os sons graves e agudos das águas ao tocar nas pedras. Não tinha essa experiência. Uma orquestra natural.

Outros regatos e corregozinhos, que meu cunhado adorou desbravar como se fosse o menino de outrora.

Foi- se embora o dia. Voltei cansado pra dedéu. Mas valeu.

Essa conexão com a natureza nutre a alma, abastece o espírito e recarrega a energia.

Nosso longo município é muito rico na flora, fauna e rede hidrográfica bastante. Encantador em suas paisagens que intercalam serras, montes chapadas e terra plana.

Gente laboriosa, em pleno domingo à tarde você depara, com gente arrebanhando o gado para ordenha; tratoristas removendo a terra para plantar. E o próprio fazendeiro consertando um mata-burro. O agro literalmente, não pára.

Buqueirão e Pirapitinga, (só falta você ter nascido por lá e ter vergonha de falar de sua origem)

Sabe o que eu estava pensando. Já disse que sonho em conhecer a região da Toscana, na Itália, mas tenho certeza que por lá tem gente que sonha em conhecer nossa região. Esse município é de uma riqueza incalculável. Somos privilegiados. E olha que só fomos ali...